Atualizações:

07/06/2007
Adicionado a página inicial de Svein.

01/06/2007
Adicionada a página Acordo para extração de Petróleo em Svein ao site.

01/06/2007
Adicionada a página sobre a Base Militar de Al-Parrazon/Sion em Svein ao site.

25/05/2007
Adicionada a página Dinastia Belvedere à Página de Namaster.

07/04/2007
Adicionada a página Economia de Noyarsky.

04/04/2007
Adicionada a página inicial de Noyarsky e a página do Governo de Noyarsky.

19/01/2007
Adicionado um artigo sobre a História de Zenkai.

19/01/2007
Adicionado um artigo sobre a História de Xian.

18/01/2007
Adicionado a página inicial de Simea.

Samurai

"Olhe para seus soldados como crianças amadas e eles morrerão por você com gosto. Se você for tão bom para eles que não possa usá-los em batalha, ou comandá-los tão casualmente que não possa estabelecer a ordem, então eles serão inúteis como crianças mimadas." — Sun Tzu, A Arte da Guerra

O samurai é a imagem que define até hoje Zenkai. Eles são vistos como os guerreiros definitivos, prontos para entrar em perigo a qualquer momento, e para entregar suas vidas quando os eventos não estavam ocorrendo a seu favor, leais até a morte e imperdoáveis diante de seus inimigos. Entretanto, como com qualquer estereotipo, a imagem do samurai representa o certo e o errado. E como aconteceu, foram muitos os que estavam igualmente prontos para se rebelar quando achassem que poderiam escapar!

Como a história zeny mostra, por séculos os samurais mudaram sua posição como os servos militares dos "grandes e bons" e de forma crescente tornaram-se, eles próprios, os "grandes e bons". O que podia ser apoiado pelo poder da espada também podia ser tomado pelo poder da espada! Os samurais se tornaram as pessoas com poder sobre o que era importante Zenkai.

E é deste grupo que vinham os grandes clãs e o Daimyo. O Daimyo não era uma classe separada de grandes senhores de terras, isolado de todos por sua riqueza e privilégios. Eles eram os mais antigos, os mais "nobres" ou simplesmente os mais cruéis entre as muitas famílias de Samurais. Sem apoio militar, no período do shogunato e Sengoku, nenhum Daimyo mantinha suas terras. Ao mesmo tempo, o Daimyo ainda tinha que se preocupar se um de seus seguidores um dia tentaria se rebelar...

Em teoria, no entanto, os samurais deveriam seguir um código de honra. Muitos – a maioria, na verdade – o faziam até a morte. Esse código era chamado bushido, "o caminho do guerreiro".

"Cortar o inimigo é o Caminho da estratégia, e não são necessários muitos refinamentos para isso." — Miyamoto Musashi, O Livro dos Cinco Anéis, O Livro do Vento

Samurai

Bushido: O Caminho do Guerreiro

Bushido, literalmente traduzido, significa "Caminho do Guerreiro", bushi "guerreiro" do "caminho". Neste sentido, o ideograma para caminho, em zeny, é equivalente à forma xianêsa “Tao”, e exprime o conceito filosófico de absoluto. Este conceito traz a idéia de origem, princípio e essência de todas coisas. Diz-se que era esperado que o "samurai completo" fosse um homem culto e também um habilidoso guerreiro. Não só era esperado que ele fosse bom com uma espada, mas igualmente bom com as habilidades mais sociais, inclusive a cerimônia de chá e a poesia. Há um tipo específico de duelo de poesia ao qual o samurai se entrega, às vezes até mesmo no campo de batalha! Um samurai comporia a linha de abertura e seu oponente deveria responder rapidamente. Trocadilhos inteligentes e insinuações eram altamente consideradas neste jogo de inteligência. Zenkai, é claro, era um país bastante rico, e o samurai - sendo o mais alto posto social - tinha toda oportunidade para provar o que havia de melhor. O Daimyo, é claro, viveu o tipo de vida que em qualquer lugar seria reconhecida em sua opulência como a de um magnata proprietário de terras.

O Budismo se relaciona com o bushido, através do destemor do perigo e da morte. O samurai não teme a morte pois acredita nos ensinamentos budista, que pregava a vida após a morte. Voltaria no encargo de guerreiro em suas contínuas reencarnações. Os samurais não tem medo do perigo, as técnicas de meditação do Zen, foram usadas como um meio de limitar esse temor. Com os ensinamentos Zen, os samurais buscavam entrar em harmonia com seu Eu interior e com o mundo a sua volta.

O Zen foi sempre tão ligado ao bushido que no Período Heian, os guerreiros batizaram a nação como Zenkai.

O desapego era a base do samurai, com a pratica do desapego, o samurai se tornou a maior casta de guerreiros que já existiu.

Bushido foi influenciado também, pelos preceitos do Xintoísmo, como a lealdade, o patriotismo, e a reverência aos seus antepassado. Com tal lealdade para com a memória de seus ancestrais, os samurais empenham essa mesma reverência ao imperador e ao seu daimyo ou senhor feudal. Xintoísmo também fornece importância para patriotismo com seu país, Zenkai. Eles crêem que Taoshinen não existe apenas para suprir as necessidades das pessoas. "É a residência sagrada dos deuses, dos espíritos de seus antepassados..." Taoshinen deve ser cuidada, protegida e alimentada por um patriotismo intenso.

O Confucionismo oferece ao bushido, sua crença em relação aos seres humanos e suas famílias. Confucionismo ressalta o dever filial e as relações entre senhor e servo, pai e filho, marido e mulher, irmão mais velho e mais novo e entre amigos, que são seguidas pelos samurai. Junto com estas virtudes, o bushido também prega a justiça, benevolência, amor, sinceridade, honestidade, e autocontrole. Justiça é um dos principais fatores no código do samurai, assim como o amor e a benevolência que são suntuosas virtudes dos samurais.

Hara-Kiri: Morte e Honra

"Em todas as formas de estratégia, é necessário manter a postura de combate na vida comum, e fazer da sua postura do dia-a-dia sua postura de combate." — Miyamoto Musashi, O Livro dos Cinco Anéis, O Livro da Água"

A morte pelas próprias mãos é uma maneira legítima de ganhar ou manter a honra, e também funcionava como punição. O samurai normalmente se matava para evitar ser capturado, ou por que seu lorde havia morrido e ele desejasse demonstrar sua inteira devoção. Havia também a prática curiosa (aos olhos estrangeiros) de o samurai se matar para protestar contra uma decisão de seu lorde. Isto era visto como o peso da lealdade mesmo se o lorde em questão não tomasse conhecimento do ato, embora fosse raro que um homem não reconsiderasse suas ações quando um servo preferisse se matar a obedecer.

É bastante óbvio que o hara-kiri ou "cortar a barriga" é intensamente doloroso, e esta é a intenção. Era esperado que a vítima abrisse seu estômago com mais de um golpe. A automutilação era tão horrível que os samurais eventualmente modificaram o ato para que se tornasse uma simples punhalada feita pela vítima. Uma vez que o primeiro corte tivesse sido feito, um amigo ou servo confiável imediatamente dava o golpe de misericórdia e cortava a cabeça da vítima. Embora houvesse esse golpe de misericórdia, o primeiro corte ainda requeria enorme autodisciplina da pessoa que cometesse o hara-kiri.

A Espada

"As vezes uma batalha evitada é a maior das vitórias." — Sun Tzu, A Arte da Guerra

O período Sengoku foi um período de poucas leis. Até mesmo os camponeses, normalmente, andavam com todos os tipos de armas.

O samurai era o único ao qual era permitido carregar duas espadas, um par chamado de daisho, ("a longa e a curta") como uma insígnia de seu status único de guerreiro. Essas duas armas, a longa katana e a mais curta wakizashi, eram carregadas juntas, embora raramente fossem usadas como um par de armas em combate. Miyamoto Musashi, o "santo da espada" e escritor do livro mais conhecido sobre os espadachins, O Livro dos Cinco Anéis, era um espadachim incomum, já que seu estilo de luta, chamado de "Dois Céus" usava as duas espadas ao mesmo tempo. Outra espada deve ser mencionada, a no dachi. Estas enormes armas de duas mãos eram usadas apenas a pé, e nunca a cavalo.

O samurai usava a katana tanto para a defesa quanto para o ataque, e como resultado nunca usava escudos. Eles nunca precisaram por causa do soberbo trabalho do metal feito na katana, que era bom o bastante para agir em ambas as capacidades.

A espada samurai podia cortar um homem em dois – literalmente. Ocasionalmente, criminosos condenados eram usados para testar espadas novas, porém era mais comum usar um feixe de vime e bambu ou até mesmo cadáveres. Algumas espadas tinham detalhes dos testes esculpidos no espigão (o pedaço da espada que vai dentro do cabo).

Graças a elasticidade de uma lâmina, era possível um samurai bloquear e responder aos golpes que poderiam quebrar qualquer arma ordinária de aço. Sua lâmina afiada lhe dava a habilidade de cortar até o osso de um oponente. Estas duas qualidades contrastantes eram o resultado das habilidades e experiência que os forjadores de espada zenys tinham acumulado durante séculos. Nenhuma outra espada, se igualou a esta arma zeny. A katana ainda é provavelmente a melhor arma de mão já produzida.

A espada tornou-se a "alma do samurai" que a carregava e muitas tornaram-se heranças de família.

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