Atualizações:

07/06/2007
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01/06/2007
Adicionada a página Acordo para extração de Petróleo em Svein ao site.

01/06/2007
Adicionada a página sobre a Base Militar de Al-Parrazon/Sion em Svein ao site.

25/05/2007
Adicionada a página Dinastia Belvedere à Página de Namaster.

07/04/2007
Adicionada a página Economia de Noyarsky.

04/04/2007
Adicionada a página inicial de Noyarsky e a página do Governo de Noyarsky.

19/01/2007
Adicionado um artigo sobre a História de Zenkai.

19/01/2007
Adicionado um artigo sobre a História de Xian.

18/01/2007
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As dinastias Xianêsas

Desde o período pré-histórico diferentes povos ocupam a região da Xian. O primeiro reino dinástico surge por volta de 5.000 a.Q. Sucedem-se disputas e guerras pela hegemonia por quase 3 mil anos. A primeira unificação é realizada pela dinastia Chin, em 2000 a.Q:

A Dinastia Chin (2000-1523 a.Q.)

Yu, o Grande, fundador da dinastia dos Chin, lembra um demiurgo: cavou canais, construiu diques e guiou os rios ao mar, dando, portanto, grande impulso à economia agrícola.

O ultimo dos Chin foi um tirano cruel, deposto por um de seus feudatários: Chang.

A Dinastia Chang (1523 – 1028 a.Q.)

Chang, o vitorioso, fundou a dinastia dos Chang que posteriormente recebeu o nome de Yin. A tradição, que colocava uma das sedes reais na atual província de Ho-nam, foi plenamente confirmada pelas já mencionadas descobertas realizadas em Ngang-Yang.

O brilho das atividades artísticas é revelado sobre tudo pelos magníficos vasos rituais de bronze, pelas esculturas de mármore e pelos trabalhos de Jade. Note-se que essa suntuosidade confirma uma vez mais o que a tradição xianêsa referia em relação aos Chang.

Os Tchéu (1028 – 256 a.Q.)

A dinastia dos Tchéu tem sua origem no planalto de loess no Noroeste, na atual província de Chen-si. Os habitantes dessa região, que era um ponto avançado de Xian entre os povos selvagens, estavam acostumados ao rude labutar de conquistadores e desbravados. Wu-Wang, príncipe tchéu, desceu (1028 a.C.) para as planícies de Ho-nam e venceu Cheu-sin, o ultimo dos Chang, que teve um fim dramático, atirando-se nas chamas.

O espírito rude dos vencedores parece refletir-se na arte da época, principalmente na decoração dos vasos rituais de bronze que não apresentam a mesmo riqueza de outrora.

Os Tchéu conservam, entretanto, um grande prestigio relacionado não mais com seu poderio político mas, sim com sua posição em face da religião: eram eles os “filhos do céu”, investidos do mandato celeste aos quais cabia a missão de realizar os sacrifícios e manter assim as boas relações entre o céu e a terra.

Época Feudal

Os 3 séculos seguintes são apresentados como um período anarquia e como o tempo de uma grade grise moral. Os grandes estados acabam de absorver quase inteiramente os pequenos senhorios. A ordem da sociedade deixa de ser fundada sobre a tradição e sobre as regras protocolares. O desejo do poder nessa época prevalece sobre a preocupação de bem-estar e de equilíbrio social.

Ora, foi precisamente nessa época trágica que os sábios, os políticos, os filósofos, alquimistas e os pensadores se ergueram, numerosos, esforçando-se por ministrar ao Império os remédios que julgavam eficazes. A solicitude, o labor e o gênio de alguns deles ocasionaram uma floração sem igual no pensamento xianês.

Foi a época clássica da nossa filosofia. E seu Mestre foi Confúcio, patriarca dos letrados, fundador da primeira e mais notável de nossas Escolas. Pois todas as escolas do seu tempo, e as posteriores, foram direta ou indiretamente herdeiras da doutrina e exemplo do Grande Mestre, Pai da filosofia xianêsa.

A Dinastia Tsin (221 – 207 a.Q.)

Entre os estados feudais que desempenharam uma certa hegemonia da Xian dividida, figurava o reino de Ts’in situado no vale do rio Wei, na região de Chen-si. O exercito do ts’in caracterizava-se pela excelência de seu armamento: um cavalaria de grande mobilidade, uma infantaria ligeira e uma artilharia que compreendia máquinas para sítio, torres móveis e catapultas. Para termos uma idéia da belicosidade e, principalmente, da crueldade de seus guerreiros basta lembrar que só recebiam soldo mediante a apresentação das cabeças decepadas dos inimigos. Claro está que, nessa época, não podemos falar de cavalheirismo feudal.

Ao lado de um exercito poderoso, o Estado de Ts’in possuía uma legislação severa e impiedosa que disciplinava de modo rigoroso toda a população.

Um reino tão fortemente organizado deveria necessariamente passar à conquista externa. Com efeito, aos poucos, e à custa de numerosas carnificinas, das quais resultaram centenas de milhares de cabeças decepadas, o Ts’in estava apto para completar a unificação da terra xianêsa iniciado na época imperial da Historia de Xian.

O fundador do Império Xianês foi o rei de Ts’in, Tcheng, que, como imperador chamou-se, Che Huang-ti (primeiro augusto senhor). O Rei Xianês é descrito por um contemporâneo como um homem de nariz proeminente, olhos largos, peito de ave de rapina, voz de chacal, coração de tigre ou de lobo.

O império fundado por Huang-ti começou em 221a.Q. e continua até os tempos atuais, na forma de diferentes dinastias. Convém, pois, apresentar os traços característicos de uma tal obra.

Huang-ti, como outros grandes homens de estado, soube unir o gênio militar à capacidade administrativa. Consolidou seus triunfos guerreiros por meio de uma atividade política, social e intelectual. Deslocou populações inteiras com o fito de acabar com regionalismos perigosos, instituiu uma equilibrada e centralizada administração para as províncias e fez construir um sistema de estradas imperiais.

A grande obra material do reinado de Huang-ti foi a construção da monumental Muralha de Xian ligando as antigas fortificações outrora construídas por diversos príncipes com a finalidade de repelir os ataques dos bárbaros ulanos.

Huang-ti morreu em 188.a.Q., não sem antes tentar descobrir a droga da imortalidade, reunindo, para isso, enorme multidão de alquimistas.

Seu funeral foi grandioso e cruel como fora sua vida. Sepultado nas proximidades de sua imponente capital, Hien-Yang, situada na margem do rio Wei, ao norte da atual Tch’ang-ngan, arrastou para as profundezas de seu monumental tumulo não só os operários que no mesmo haviam trabalhado, mas todas as mulheres de seu harém que não lhe haviam dado filhos.

O sucessor do grande imperador foi incapaz de continuar a grande obra, a dinastia dos Ts’in entra em decadência e o império mergulha numa era de anarquia em que o poder passa a ser disputado pelos chefes militares.

A Dinastia Han (207 a.Q. – 250 d.Q.)

A herança de trinta e sete gerações de príncipes de Tsin foi recolhida por Lieu Pang, um camponês afortunado, que se fez sucessivamente soldado, chefe de bando, senhor feudal, conquistador e, finalmente, após vencer seu rival Hiang Yu na batalha de Kai-Hia, no rio Huai, em 207, imperador de Xian e fundador de uma dinastia que iria imperar durante 1 milênio.

A época mais brilhante da dinastia dos Han ocorreu sob o reinado do imperador Wu-ti. Enérgico e inteligente, soube opor-se às pretensões da nobreza que pretendia reviver a época feudal e cercou-se de letrados confucionistas por tanto tempo desprezados e até mesmo perseguidos. Para impedir o fortalecimento do feudalismo, ordenou que o herdeiro de qualquer domínio dividisse as terras entre seus irmãos.

Os Han mantiveram a centralização dinástica, derrotam a tentativa de invasão dos tântricos e expandem sua hegemonia por toda Taoshinen; Tântris, Theravã, Choson, e algumas ilhas zenys.

A sociedade evoluiu da forma comunal para a propriedade da nobreza territorial. Os camponeses tornam-se servos, pagando obrigações aos senhores territoriais. Com o tempo, os servos são incorporados ao exército. Nas cidades, ganham importância os nobres, funcionários burocráticos, comerciantes e artesãos. As dinastias têm organização monárquica, com o rei centralizando as funções administrativas e sacerdotais.

A Divisão dos Reinos (250 d.Q. - 1250 d.Q.)

Xian desintegrou-se então em três reinos. A sudeste o reino de Chu, com a capital em Tch’eng-tu, sob o cetro de Lieu P’ei, único soberano considerado legitimo por pertencer a um ramo dos Han; a sudeste o reino de Wu, com a capital em Wu-tch’ang, fundado pelo general Suen K’iuan; finalmente o reino de Wei, fundado por Ts’ao P’ei, ao norte com a capital em Louyang. Este último era o mais populoso dos três.

Até meados do ano 300 a.Q.., desenvolvem-se a agricultura e a metalurgia de cobre e bronze. A partir de 600 d.Q. ganham importância as cidades, o comércio, o artesanato e a fabricação da seda, tecidos e utensílios cerâmicos. Surge um sistema monetário e de pesos e medidas. Entre 400 e 700 d.Q. são introduzidas novas técnicas agrícolas (rotação de culturas, adubação, consorciação), e inventados o papel e a bússola além de pólvoras e armas similares a granadas-de-mão.

Dinastia Song (960 - 1279 d.Q.)

A continuação, no ano 960 sobe ao poder a Dinastia Song, que divide-se em uma dinastia do norte e outra do sul. Fomenta as artes e renova a cultura. Considera-se a época de esplendor absoluto da civilização xianêsa. Também teve a sua época de lutas com os povos estépicos; no 1127 os Nüzhem conquistam Kaifeng e fundam a dinastia dos Jin. Os Song retiram-se ao sul. No ano 1279 desaparece a dinastia Song do sul.

A Dinastia Yuan (1279 - 1350 d.Q.)

A unidade política restauradora pelos Han estava precária. Os sucessores de Seu-ma Han revelaram-se incapazes de mantê-la e a Historia do Império pode ser resumida: intrigas e tragédias de palácios, de um lado; ameaça e invasão dos bárbaros de outro.

O chefe bárbaro de Tântris, invadiu Xian, Choson, Theravã, e atacou também Zenkai, em vão.

O Império Tântrico foi um dos maiores da história, abrangeu todo o continente exceto o arquipélado zeny.

Em meados desta época, os ensinamentos de Lao-tse, baseados no tao (origem e fonte do que existe e da verdade), transformam-se em religião e foram amplamente difundidos em Taoshinen, e cientístas desenvolvem a Renkinjuntsushi, ou a alquimia taoísta. Práticas feiticeiras e alquimistas que buscavam a imortalidade também foram aplamente difundidas.

A Dinastia Ming (1350 - 1640 d.Q.)

A Dinastia Ming foi precedida pela Yuan e substituída pela atual dinastia Qin. Os imperadores da dinastia Ming eram membros da família Zhu. Entre a população havia fortes sentimentos contra o governo por "estrangeiros", o que finalmente levou à revolta que empurrou a dinastia Yuan de volta às 'Cordilheiras Ulanas' em Tântris e ao estabelecimento da dinastia Ming em 1350. Esta dinastia começa num tempo de renovação cultural e de florescimento das artes. Especialmente a indústria da porcelana obteve um brilho sem precedentes; mercadores xianêses exploraram a totalidade do Oceano de Syang-Shu. Um vasta marinha foi construída, incluindo navios com 4 mastros, pesando 1.500 toneladas; havia um exército permanente de 1 milhão de homens. Mais de 100.000 toneladas de ferro eram produzidas por ano, no norte de Xian. Livros eram impressos usando o tipo móvel. Alguns afirmaram que Xian no início da dinastia Ming poder ter sido a nação mais avançada do seu tempo.

A Dinastia Qin (1640 - até os tempos atuais)

Durante a maior parte dos 150 primeiros anos de governo da Dinastia Qin, Xian permaneceu isolada do mundo ocidental. Os Qin obrigaram os comerciantes e missionários estrangeiros a sair do país. Até por volta de 1800, o período de governo da dinastia Qin tem sido um período estável, mas sem o mesmo desenvolvimento da arte e da literatura.

História Recente:

No período de governo de Zhao Ji (1661 - 1722), Imperador Qin, Xian vivia um período cunfuso.

Alquimistas corruptos realizavam ilegalmente a transmutação do ouro, em troca de benefícios como cargos políticos ou de nobreza.

Nesta mesma época foi criado o Templo Shaolin, onde se ensinam aos monges do templo a arte de defesa pessoal. Daí provém o estilo de Luta chamado Shaolin Chuan(Punhos de Shaolin), também conhecido como estilo "Exterior" ou "Duro" , em contraposição ao estilo "Interior" ou "Suave" , o Tai chi chuan. "Exterior", implica em força física externa, rigidez de movimentos e rapidez. Havia doze regras para os estudantes e a sua desobediência era castigada com a expulsão do mesmo.

A vida era intencionalmente dura, para desenvolver o corpo e ao mesmo tempo, fortalecer o espirito. O treinamento era árduo e produzia guerreiros que cumpriam missões notáveis para defender os fracos dos poderosos, às vezes, sacrificando suas próprias vidas à serviço da humanidade. Mas a luta não era o único recurso usado pelos monges para se defender de um agressor. Muitas vezes eles usavam a sutileza da palavra, a filosofia, a poesia, para vencer uma pessoa mal intencionada.

Nos templos de Shaolin, florescia a arte, a poesia, a filosofia, como meio de ligação entre o Homem e o Cosmos. Para se tornar "Mestre" em Wu Shu (Kung Fu) , os monges eram obrigados a estudar filosofia, pintura, música, literatura, anatomia e medicina integral. Fora dos templos não se podia dizer o mesmo.

Durante o governo de Qianlong (1722 - 1784) o desenvolvimento das artes chegou num período próspero. A Academia da Arte Imperial desta época era maior e mais forte que a de qualquer dinastia anterior. Nesta época apareceram muitos pintores de paisagens, alguns deles herdaram o estilo tradicional mas se concentravam em pintar as paisagens majestosas do norte; alguns se especializaram em pintar prédios e pavilhões; e alguns deles se dedicavam em pintar paisagens menores de lagos e montes.

Pinturas de flores e pássaros desta época continuavam a descrever a natureza; ao mesmo tempo, dava-se ênfase também em transmitir os pensamentos e as intenções dos pintores. A pintura feita por estudiosos começou a aparecer neste período. Os estudiosos achavam que na pintura deveria haver concepções poéticas, e procuravam um estilo simples e leve. Eles defendiam improvisos e achavam a alma duma pintura mais importante que a semelhança à natureza.

De 1784 à 1823, no governo do criticado Imperador Daoguang, o Estado perdeu o domínio sobre os meios de produção, e o planejamento descentralizado se transformou em uma medida de competitividade.

Foi quando então em 1819, Hu Yang, um alquimista taoísta com ideias radicais se dirigiu secretamente ao maosoleu de Chi Huang-di, conhecido como o primeiro Imperador de Xian.

(O colossal mausoléu de Chi Huang-di, que mobilizou 700 mil prisioneiros e outros trabalhadores. A construção foi iniciada em 246 a.C., quando Chi, ainda menino, herdou o trono de Tsin; e não estava concluída quando ele morreu, 36 anos mais tarde.

Foram enterrados milhões de esculturas de soldados em tamanho real, junto com o Imperador, o exército de esculturas ficou conhecido como o Exército de Terracota.)

Na tentativa de reviver o Primeiro Imperador Xianês, na esperança que ele governasse Xian com punho-de-ferro, Hu Yang tentou a Transmutação Humana, mas o Exército de Terracota como se criasse, vida atacou Yang impedindo-o de continuar seus planos. O Exército existe para impedir Chi Huang-di, uma figura tão amada quanto odiada, de voltar a vida.

Foi apenas em 1859, com o Imperador Xianfong, que Xian foi deixando de ser um país feudal e agrário para se tornar a potência mais forte de Taoshinem.

O Plano Zhonguo cortou o poder das antigas elites feudais e cedeu espaço para a sangyo, o sistema fabril. O governo imperial premía algumas famílias com direitos econômicos especiais para, desde modo, ter um forte grupo oligárquico financeiro-industrial que lhe dê total apoio e sustentação. O objetivo estratégico maior do Plano Zhonguo, é fortalecer o Estado Xianês para modernizar o país e fazer frente à crescente ameaça estrangeira. A questão da satisfação das demandas por consumo tem ocupado desde então uma posição secundária na economia nacional.

A educação foi reformulada de acordo com o sistema daeliano, tornou-se compulsória e as linhas de comunicação e transporte foram melhoradas com largos investimentos.

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