A história de Sion é dividida em três partes, a Idade Antiga (Data indefinida até 588 A.Q.), a Idade do Domínio Daeliano (588 A.Q. até 29 A.Q), a Idade do Domínio Comerciante (30 A.Q. até 716 D.Q.) e a Idade Contemporânea (A partir de 717 D.Q. até os dias atuais).
- A Idade Antiga é contada somente por meio do Tanack, o livro sagrado de todos os hashemistas, portanto, não tem nenhum embasamento científico, tãopouco arqueológico. Mas para os salemitas isto não tira a legitimidade do que se conhece sobre a história de Salém.
- A Baixa Idade Média tem início quando os exércitos de Mansur, conquistam os territórios de todos os países de Salém. Foi uma época bastante conturbada, aonde os salemitas não sabiam se lutavam entre si ou se lutavam contra o inimigo invasor. A Idade da Dominação Daeliana foi vastamente registrada nos documentos dos dominadores, diferentemente do que aconteceu na Idade Antiga, aonde a história era registrada somente pelo Tanack.
- A Alta Idade Média conta a história de Sion a partir do momento em que recuperou sua independência política e econômica de Mansur e passou a ser dominado pelos comerciantes daelianos.
- A Idade Contemporânea abrange todo o período da história de Sion desde o fim do domínio dos comerciantes daelianos sobre Sion até os dias de hoje.
Idade Antiga
Data indefinida
- Hashem criou Harkadya e tudo que nela há, em seguida formou o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente. O homem foi colocado para viver no Jardim do Éden. Depois disso Deus criou os animais, incluindo aí os outros povos, como por exemplo os nefilins, swazis e os povos sem Deus dos outros continentes.
Data indefinida
- Hashem se arrependeu de ter feito o homem e o amaldiçoou dizendo: Porquanto pecou contra mim, morrerás e não mais terás vida eterna na Terra. Também o fez com o Jardim do Éden: Também a palavra do Senhor sentenciou os vales do Éden, porquanto o homem pecou contra Deus, o Éden foi assolado e transformado em vastos desertos. Os religiosos hashemistas sugerem que o Éden era localizado exatamente no centro do continente de Salém, aonde hoje existem vastos desertos.
1900 A.Q.
- Deus queria agora ter um novo povo, justo e de boas obras. Encontrou, pois, o Patriarca Salém, que era homem justo e perfeito em suas gerações; andava com Deus. Então Hashem faz uma promessa para seu servo: À tua descendência tenho dado esta terra, todo o horizonte até aos mares do norte, do sul, do oeste e do leste.
1870 A.Q.
- E era Salém da idade de 60 anos quando Rebbeca, sua esposa, gerou seus dois filhos gêmeos, Sion e Társis.
1839 A.Q.
- Társis havia nascido primeiro, por isso era o primogênito e tinha direito a toda herdade de seu pai, Salém. Todavia, Sion, o enganador comprou-lhe a primogenitura astutamente e passou a ter direito à benção e prosperidade. A partir deste momento, o continente de Salém se viu divido ao meio, entre dois povos, os descendentes de Sion e os descendentes de Társis, que incessantemente lutavam um contra o outro a fim de aniquilá-lo.
1838 A.Q.
- E era Salém da idade de 92 anos quando morreu, e foi sepultado em Yeru-Salém, pois morreu ali. Depois que Társisdeclarau sua rivalidade a Sion, foi expulso para terras distantes enquanto Sion foi constituído rei sobre o reino de Hur, isto se deu porque os habitantes de Hur sabiam que o próprio Deus andava junto com Sion, e assim como Sion era protegido por Hashem, eles também seriam caso Sion reinasse sobre eles.
1837 A.Q.
- Sion faz de Yeru-Salém a capital de seu reino.
1834 A.Q.
- Sion recebe uma mensagem de Deus que requeria que fosse construído um grande templo, então Sion iniciou a construção do Templo Propiciatório.
1824 A.Q.
- Dez anos depois do início da construção, o Templo Propiciatório é finalizado. Sion estava exercendo magistralmente seu poder de rei e fazendo um bom governo, fazendo de Hur um próspero reinado. Os restos mortais do Patriarca Salém foram tranferidos para a sala mais reservada do Templo Propiciatório.
1796 A.Q.
- E o reinado de Sion foi de 42 anos, e morreu com 72 anos de idade, sepultaram-no no Templo Propiciatório, junto com o Patriarca Salém. Começa o reinado de Jeroboão, filho de Sion. O Monte Chuvaati é rebatizado e recebe o nome de Monte de Sion, em homenagem ao Patriarca Sion.
1795 A.Q.
- O rei Jeroboão prepara duas campanhas espiãs para averiguar o que aconteceu com os povos Nefilin e Swazi, pois há décadas eles não atacavam mais o reino de Sion. O fato intrigante era que nenhum contato diplomático havia se firmado entre Sion e estes dois povos, no entanto os ataques cessaram. Meses depois, as campanhas voltam com estarrecedoras notícias: Tanto os nefilins quanto os swazis foram dominados por outros povos, nada mais, nada menos, que os descendentes de Társis.
1789 A.Q.
- As fronteiras norte e leste do reino de Sion começam a ser invadidas e modificadas por quatro povos diferentes: Abadon, Gomorra, Hades e Sodoma, todos estes descendentes de Társis, numerosas escaramuças explodem no território sionita.
1787 A.Q.
- A situação torna-se insustentável, com várias cidades caindo sob o controle inimigo. O rei Jeroboão, então, organiza revides aos ataques. Um exército de 40 mil homens da elite do exército sionita são deslocados para a cidade de Moriah, que naquela época era somente um pequeno vilarejo. Os embates logo se iniciam e a vantagem numérica de Sion perde para a vantagem de força de Hades, que controla um exército de 5 mil nefilins. O exército de Sion foi dizimado e o reino não tinha muitas chances de manter a defesa das demais cidades.
1778 A.Q.
- Após 9 anos de guerras contínuas, os descendentes de Társis já haviam dominado diversas cidades sionitas. Sion estava reduzido a apenas uma pequena faixa territorial no entorno de Yeru-Salém e cercado por todos os descendentes de Társis que se congregaram e planejavam atacar simultaneamente. Sion tinha tudo para perder, desvantagem numérica e de força, a única esperança dos sionitas vinha do céu.
1777 A.Q.
- As hostes nefilins iniciaram a marcha sobre Yeru-Salém, os últimos soldados sionitas continuavam a clamar a Hashem para que os livrasse. Quando os nefilins ouviram a ordem de ataque, uma grande coluna de fogo desceu do céu e os queimou, os soldados de Hades e Abadon ficaram abismados e tornaram-se presas fáceis para os soldados sionitas que outrora estavam acuados. A partir dequele momento, aquela coluna de fogo, que o rei Jeroboão chamou de Shekinah, ou Poder de Hashem, passou a perseguir os descendentes de Társis, virando o continente de ponta-cabeça, e dando a vitória da guerra para o povo de Sion. Um a um, os soldados de Hades, Abadon e demais países inimigos de Sion cairam, uns mortos pela coluna de fogo, mas muitos outros mortos pelas espadas de Sion que agora estavam revigoradas e cheias de moral. Poucos foram os que sobraram para contar a história desta batalha, a Batalha do Shekinah.
1776 A.Q.
- O rei Jeroboão completa 20 anos de reinado e institui que a partir desta data o povo de Sion deveria celebrar anualmente o Sucot a fim de comemorar a proteção dada por Hashem nas batalhas contra os incircuncisos tarsitas. Além disso, o rei, batizou o Oceano Shekinah para que ninguém se esqueça do poder de Hashem.
1734 A.Q.
- E foi o tempo de Jeroboão 92 anos, e morreu. O rei foi sepultado em Yeru-Salém, no Templo Propiciatório.
1703 A.Q.
- Após a morte do rei Jeroboão, subiram ao trono diversos reis, mas nenhum com importância proeminente. Todos eles enfretaram os inimigos, mas não obtiveram vitórias significativas.
1678 A.Q.
- As tensões em Salém aumentavam cada vez mais sobre Sion. Desta vez, o país que mais ameaçava Sion era do oeste do continente, Bérsheva, que junto com Sidom e Siquém estavam realizando matanças no oeste do país.
1651 A.Q.
- Sobe ao trono o rei Sansão, o terrível, promotendo acabar com as incursões no oeste de Sion que já tinham matado por volta de 50 mil sionitas.
1649 A.Q.
- Com um exército de 30 mil homens, o rei Sansão marchou sobre os territórios que estavam ocupados pelos bershevitas impondo-lhes muitas baixas. Diversas vezes o próprio rei se envolvia na batalha elevando muito a moral das tropas. As conquistas de Sansão foram tantas que as fronteiras de Sion se extenderam milhares de quilômetros para oeste, dobrando o tamanho do reino, tornando as fronteiras semelhantes às atuais.
1645 A.Q.
- Para impedir a continuidade do avanço de Sansão sobre os reinos de Bérsheva, Sidom e Siquém, o rei bershevita congrega todos os exércitos dos três países mais diversas legiões de soldados swazis e avançam juntos contra a cidade de Kalamanaia, recém conquistada pelo exército de Sion. A Batalha de Kalamanaia ficou conhecida como a mais violenta de toda a história de Sion, além de que o próprio rei Sansão realizou uma luta mítica junto aos soldados sionitas. A vitória de Sion proporcionou a establização do continente, não havia mais grandes guerras, mas somente escaramuças por toda a fronteira de Sion.
1412 A.Q.
- Por centenas de anos os ataques dos povos tarsitas permaneceu restringindo-se a escaramuças e pequenos saques, isto motivou a estruturação de imensas fortificações nas principais cidades atingidas por estes ataques: Eilah, Kalamanaia e Moriah. Estas cidades ficaram conhecidas como grandes fortalezas de Salém e diminuiram drasticamente os pequenos ataques, proporcionando batalhas mais estruturadas e com maior espaço de tempo entre elas.
1334 A.Q.
- Sobre ao trono Enoque, elevadíssimo personagem da história de Sion. Ele reunia o poder do reinado, pois era descendente direto do Patriarca Sion e também o poder sacerdotal, porque era filho da irmã do sumo-sacerdote. Isto agregou muito poder à Enoque, que ficou conhecido como Enoque, O menssageiro do arrependimento.
1333 A.Q.
- Foi ungido rei e logo em seguida proferiu seu famoso discurso, que ele intitulou como pregação em nome de Hashem. Nela advertia para que o povo se voltasse para Deus e abandonasse as coisas vãs deste mundo, pedia que todos se arrependessem de seus pecados, respeitassem e seguissem os 11 mandamentos dados ao povo de Sion. Alertou sobre a única forma de Sion voltar a ser o Nação de Deus antes que um grande castigo caísse sobre eles.
1332 A.Q.
- Enoque irritava a maior parte da população sionita com suas insistentes pregações de arrependimento e conversão, e explodiu a fúria de Sion quando proclamou o castigo que Deus reservava para Sion, que consistia na escravidão a um povo vindo do Leste (ele se referia à Mansur).
1330 A.Q.
- A declaração de que um povo do leste escravizaria Sion fez com que todos entendessem mal a mensagem de Enoque e pensaram que havia dito que Hades dominaria Sion, por este motivo, Enoque foi derrubado do poder considerado um traidor da nação. Recebeu pena de morte e foi morto crucificado no Monte de Sion diante das maiores autoridades do país.
1329 A.Q.
- Para ocupar o trono no lugar de Enoque, as autoridades de Sion colocaram Metusalah, sobrinho de Enoque.
799 A.Q.
- Um fato inesperado acontece, o navegador mansure, Paulus Aedros aporta em Ashkalon depois de ter feito paradas em portos de outros países de Salém. Era a primeira vez que um daeliano mantinha contato com um salemita.
780 A.Q.
- O primeiro corpo diplomático de Sion parte para Daelos a fim de estabelecer contatos comerciais e também culturais. Centenas de sionitas são enviados para universidades e sedes governamentais espalhados por Daelos para conhecerem a cultura e também aumentar o nível de interação entre os dois continentes.
656 A.Q.
- Mansur e Sion firmam numerosos acordos comerciais e fazem crescer as fortunas dos mercadores. A paz entre estes dois países não parecia nem um pouco com a relação que Sion tinha com todos os países de Salém.
590 A.Q.
- Este ano ficou marcado como o primeiro sem haver batalha nenhuma entre Sion e os demais países de Salém. Isto aconteceu porque Mansur tinha dominado Sodoma e Gomorra, partindo agora para Hades e Abadon.
589 A.Q.
- Quando Mansur iniciou sua investida militar contra Sodoma e Gomorra, Sion já começou a se preparar para ser atacado também. As hostilidades entre Sion e Mansur aumentaram muito, o que forçou Sion se unir à Hades e propor a Aliança de Salém.
Baixa Idade Média
588 A.Q.
- Depois de anunciada a aliança militar de Salém contra Mansur, as tropas mansures passaram a investir também contra Sion. Numerosos ataques às vilas próximas à cidade de Eilah foram realizados poucos dias depois do anúncio. Em semanas diversas cidades já tinham sido tomadas, e em meses até mesmo a capital, Yeru-Salém, havia caído sob o domínio mansure.
58 A.Q.
- Após séculos de exploração, o povo de Sion volta a ter esperanças quando o reino de Aleira declara independência de Mansur. Este fato despertou novamente o desejo de Sion obter a liberdade.
49 A.Q.
- A cada dia o povo aumentava as manifestações por liberdade, os religiosos pressionavam os dominadores daelianos (ricos comerciantes), mas o jovem imperador de Mansur, Caius Terceirus somente dava algumas concessões.
31 A.Q.
- O imperador de Mansur, Caius Terceirus, é assassinado e as possibilidades de Sion exigir sua independência aumentam.
Alta Idade Média
30 A.Q.
- Finalmente os comerciantes daelianos declaram a independência de Sion, estimulando o sonho dos sionitas de terem liberdade novamente. Oficialmente Sion era livre, mas na prática continuava dominada por Daelos, no caso, através dos comerciantes que impunham seu poder por meio de exércitos de mercenários.
29 A.Q.
- O povo sionita não se conformava com a continuidade de sua situação, eram subjugados por um povo estrangeiro. Isto despertava a fúria da população que se rebelava. Apesar de o sentimento de revolta ser geral, todas as rebeliões eram esmagadas pelos mercenários a mando dos comerciantes.
7 A.Q.
- Neste ano, uma grande revolta aconteceu no território de Sion, mas era uma revolta diferente. Os rebelados não eram sionitas, mas sim swazis. Os swazis habitantes de Sion tinham se unido aos outros swazis que habitavam Bérsheva, Sidom e Siquém e, liderados por Zunvii, deflagraram a Insurgência Swazi.
3 A.Q.
- Quatro anos depois, Zunvii foi capturado e decapitado em Bérsheva, todos os swazis rebelados foram mortos ou aprisionados pelos mercenários que com muito custo deram fim à Insurgência Swazi.
12 D.Q.
- Os comerciantes sempre tiveram vantagens sobre os rebelados que anualmente apareciam, mas o combate a eles era demasiadamente custoso e se a situação continuasse do jeito que estava, se tornaria insustentável. Para evitar isto, os comerciantes apelaram para a milenar rivalidade que os povos de Salém tinham. Os comerciantes fomentaram o ódio de Sion para com os demais países do continente, o que fez com que as milícias revoltosas dos sionitas deixassem de atacar os mercenários para atacar as milícias dos tarsitas que também estavam rebelados. Para fomentar o ódio, os comerciantes se usaram principalmente de mentiras, como dizer que vilas distantes de Sion estavam sendo saqueadas por milícias abadonitas ou mesmo colocando sacerdotes fantoches que induziam o povo ao ódio.
625 D.Q.
- Os impostos sobem bastante, devido ao primeiro Acordo Marítimo, assinado na cidade de Fleriont, e fazem crescer a insatisfação popular em Sion.
710 D.Q.
- Depois de vários outros Acordos Marítimos assinados denovo em Fleriont, os impostos voltam a subir, e grandemente.
716 D.Q.
- Comerciantes e mercenários vindos de todos os países tarsitas se alojaram em Sion, fugidos das revoltas populares destes países. Os comerciantes tinham perdido seu poder sobre aqueles países e não tinham como retomá-los. Logo depois destas coisas, um descendente do Patriarca Sion, Joshua, que tinha direito a subir ao trono caso os comerciantes não dominassem Sion, liderou uma rebelião do povo sionita. Mas sabendo que não teria capacidade de enfrentar todo o exército mercenário estacionado em Sion, fez um acordo com os comerciantes. Os comerciantes não queriam de forma nenhuma perder o domínio sobre os países de Salém, por isso aceitaram o acordo que Joshua propôs: Sion teria garantida sua independência de qualquer poder exterior e em troca ajudaria os exércitos mercenários a dominar novamente os países tarsitas.
Idade Contemporânea
717 D.Q.
- Joshua é ungido rei, e tanto oficialmente, como na prática, Sion estava livre, tendo total independência política, econômica e militar.
718 D.Q.
- A partir do momento que Joshua foi ungido rei, já começou a implantar algumas mudanças na forma de governo de Sion. A partir daquele momento, o país não seria regido de forma absolutista nas mãos apenas do rei. Em vez disso, o poder do país seria dividido em um triunvirato, chefiado pelo rei, pelo sumo-sacerdote e pelo Juíz Supremo, líder da nova classe burocrática do governo, criada por Joshua, chamada de Juízes.
719 D.Q.
- Neste ano, o exército de Sion já tinha sido reestruturado e tinha capacidade de atacar, em conjunto com os mercenários dos comerciantes, o Império de Társis. Os ataques são espalhados por toda a fornteira do país e serve como palco para mostrar o poder de Sion, que consegue rivalizar com os exércitos de todos os países tarsitas, unidos sob o comando do Império de Társis.
725 D.Q.
- Apesar de o exército de Sion ser muito poderoso e equiparar-se ao do Império de Társis, ele não é suficiente para avançar muito sobre o território tarsita. Muitos anos de numerosas batalhas mas a guerra estava praticamente estável, os dois lados com o mesmo nível de poder e sem nenhum sobresalto.
726 D.Q.
- Os comerciantes, cansados da situação sem progresso que tinha se instalado em Salém resolvem apelar. Buscam em Namaster um aliado para a guerra contra o Império de Társis, e encontram. Os comerciantes assinaram um acordo militar com Namaster, no qual este país se compromete a se aliar a Sion na guerra contra o Império de Társis.
727 D.Q.
- A partir do momento que Namaster desembarca suas tropas nos litorais de Abadon e Hades, Sion tem mais facilidade para avançar sobre o interior destes países e também de Bérsheva. Com estes avanços, o exército tarsita começou a demonstrar debilidades e em poucos meses já se via encurralado nas principais cidades do império, sendo que muitas outras cidades já tinham caído sob o comando de Sion ou Namaster. 7 meses depois a cidade de Kaaba, capital de Abadon, estava sendo sitiada por tropas conjuntas de Namaster e Sion. Um acordo foi acertado entre os abadonitas e os sionitas (que lideravam o sítio) para impedir que a cidade fosse invadida e destruída, já que é uma cidade sagrada para os tarsitas, era um cessar-fogo temporário. Aproveitando o cessar-fogo, outro acordo foi proposto por Namaster: Os exércitos de Sion e Namaster voltariam a seus países natais enquanto o Império de Társis seria desmantelado, seus Estados membros se separariam e assinariam acordos comerciais que favoreceriam a Federação do Comércio Daeliana, que tinham sede em Namaster. No mesmo dia, os países tarsitas assinaram, a contra gosto, este acordo.
1856 D.Q.
- O primeiro poço de petróleo de Harkadya é perfurado em Sion, na cidade de Kalamanaia.
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