Atualizações:

07/06/2007
Adicionado a página inicial de Svein.

01/06/2007
Adicionada a página Acordo para extração de Petróleo em Svein ao site.

01/06/2007
Adicionada a página sobre a Base Militar de Al-Parrazon/Sion em Svein ao site.

25/05/2007
Adicionada a página Dinastia Belvedere à Página de Namaster.

07/04/2007
Adicionada a página Economia de Noyarsky.

04/04/2007
Adicionada a página inicial de Noyarsky e a página do Governo de Noyarsky.

19/01/2007
Adicionado um artigo sobre a História de Zenkai.

19/01/2007
Adicionado um artigo sobre a História de Xian.

18/01/2007
Adicionado a página inicial de Simea.

Continente de Salém

Os países que o continente de Salém comporta são:

Abadon | Hades | Bérsheva | Gomorra | Sidom | Sion | Siquém | Sodoma

Voltar para a Página Anterior



História do continente de Salém:

O continente de Salém, desde os primórdios do seu povoamento, é constantemente banhado de sangue. A guerra está em todos os vales e montanhas, rios e planaltos; nunca se soube o que é a paz.

Há mais de 4 mil anos atrás, antes do Patriarca Salém, o continente era divido entre três povos distintos, os nefilins (habitavam o leste), os swazis (habitavam o noroeste) e os humanos (habitavam o centro). Desde épocas remotas estes povos lutavam pelo domínio das terras que hoje sao denominadas "continente de Salém". Os nefilins e os zwazis sempre foram nômades e nunca formaram uma civilização, enquanto que os humanos formaram o reino de Hur, o primeiro do continente.

Depois que Hashem, ou Deus, escolheu o Patriarca Salém para criar um povo que seguisse os seus mandamentos, os humanos reuniram mais poder.

Salém teve dois filhos, Sion e Társis, o primeiro permaneceu na terra que nasceu, Hur, e tornou-se rei mais tarde, enquanto que o segundo foi expulso e teve que vagar pelo território dos nefilins junto de seus 7 filhos.

Deus mesmo tinha um plano com Társis, espalhou seus filhos por todos os territórios do continente que não eram dominados por Sion, fazendo assim com que os humanos, liderados pelos filhos de Társis sobrepujassem todos os povos do continente, exceto o povo de Sion.

A partir deste momento, os filhos de Társis formaram 7 nações independentes tendo elas somente um inimigo em comum, a nação de seu tio, Sion. Desde esta época, a guerra entre Sion e seus sobrinhos nunca cessou, exceto sob o domínio de Daelos.

Domínio de Daelos sobre Salém

A partir do ano de 800 A.Q., o continente de Salém manteve contato pela primeira vez com povos de outro continente, no caso Daelos. Paulus Aedros era um navegante de Mansur que sonhava encontrar terras além de seu continente e obteve êxito encontrando Salém.

Inicialmente estes contatos foram pacíficos e inclusive renderam muito comércio, mas séculos depois, Salém tornou-se alvo de Mansur que já havia dominado todo o continente de Daelos e pretendia se expandir até Salém e outros continentes.

Salém era um alvo fácil para as empreitadas militares de Mansur uma vez que era palco de diversas guerras internas entre os descendentes de Társis e os descendentes de Sion.

A colonização daeliana sobre Salém teve início em 590 A.Q., em Sodoma, pois este país tinha graves debilidades militares: por ter se envolvido poucas vezes nas guerras dos demais países de Salém, tornou-se inexperiente comparado aos outros.

As tropas mansures marcharam primeiramente sobre Astarote e foram seguindo até Manre, capital de Sodoma. Em alguns meses o país estava totalmente sob o controle de Mansur.

A partir daí, o fluxo de soldados que vinham de Daelos para Salém aumentou muito e intensificou os avanços sobre os demais países do continente. Passados mais alguns meses, Gomorra também sucumbiu ao poderio mansure. Neste momento, os países tarsitas concordaram em encerrar temporariamente a guerra contra Sion e passaram a investir todo seus contingentes no leste do continente de Salém, aonde a guerra contra Mansur estava se desenrolando.

O ano de 589 A.Q. ficou bastante marcado em Salém, pois foi um momento único na sua história. Sion e Hades proporam uma aliança militar de todos os países salemitas contra o invasor de Daelos, que ficou conhecida como a Aliança de Salém. A aliança foi imediatamente aceita, isto provocou uma reviravolta no desenvolvimento da resistência de Salém contra Mansur.

Quando Aliança de Salém tornou-se real, as tropas de Mansur iniciaram sua marcha também sobre Sion, enquanto simultaneamente atacava Hades e Abadon.

Apesar de feita a Aliança de Salém, os exércitos de Sion, Hades, Abadon e demais países salemitas não foram hábeis o suficiente para conter o poder de Mansur. Muitos religiosos e até mesmo historiadores contam que nesta etapa da guerra, fatos inexplicáveis aconteciam e provocavam diversas derrotas para os salemitas, como os registros relatam: Quando En-Dor, capital de Hades, estava sitiada por tropas mansure, os hedesitas armaram centenas de armadilhas no solo, no entanto, todas falharam, algo que a probabilidade caracteriza como impossível. Também em Sion, nas proximidades da cidade de Eilah, quando as tropas de Sion marchava em direção e um acampamento mansure e um grande terremoto atingiu a região, a terra se abriu e engoliu dois terços dos soldados sionitas, acabando com o regimento que foi mandado. Os historiadores têm um consenso de que os países de Salém eram capazes de resistir à invasão daeliana, mas inexplicavelmente não conseguiam, já os religiosos insistem em afirmar que tudo foi um castigo de Hashem por eles terem se desviado dos mandamentos de Deus.

Em 588 A.Q., a capital de Hades, En-Dor, caiu sob domínio mansure e meses depois, sob constantes ataques e cercos, as capitais de Sion, Yeru-Salém, e de Abadon, Kaaba, também tiveram o mesmo fim. Com os principais países do continente de Salém subjugados, Mansur conseguiu a rendição dos demais países, Bérsheva, Sidom e Siquém.

Domínio dos comerciantes sobre Salém

A partir do momento que o imperador de Mansur, Caius Terceirus, concedeu a independência para Aleira, em 58 A.Q., todo o continente de Salém se viu em um cenário de batalhas políticas.

Os colonizadores de Salém eram todos ricos comerciantes daelianos e por isso não lhes interessava entrar em guerra contra Mansur a fim de obterem a independência, mas nem por isso eles não lutavam por ela. A pressão que exerciam sobre o jovem imperador Caius Cuartus permitiu que diversas concessões fossem feitas, mas ainda não era a independência.

No ano de 31 A.Q., o imperador Caius Cuartus foi assassinado e o império de Mansur ficou sob um regime militar, que debilitado possibilitou a declaração de independência econômica e política de todos os países de Salém no ano de 30 A.Q. A partir desta data, quem comandava Salém eram os comerciantes daelianos que desde a dominação de Daelos estavam no poder, mas agora tinham total liberdade política e econômica. Os comerciantes se dividiram entre os países que Salém comportava, desta forma, Salém tinha independência, mas o povo continuava dominado por daelianos.

A situação dos diversos povos nativos de Salém era infeliz, nem saíram debaixo do domínio de Mansur para já caírem sob o domínio de comerciantes daelianos. Isto causou muitas revoltas e rebeliões, mas a única que foi realmente grande o suficiente para causar algum problema para os exércitos mercenários dos comerciantes foi a Insurgência Swazi, em 7 A.Q., quando toda a etnia Swazi se uniu para reclamar a independência e a criação de um Estado para o povo Swazi, que remontaria os primórdios do continente, quando os swazis ainda não tinham sido dominados nem pelos tarsitas.

As demais insurgências nos diversos países de Salém não obtiveram muito sucesso e eram logo esmagadas pelos mercenários que serviam aos comerciantes daelianos. Todavia, geravam muito custo para os comerciantes pois tinham de pagar aos mercenários altas quantias toda vez que eles os defendiam.

Para acabar com a rebeldia do povo, os comerciantes apelaram para a milenar rivalidade que os povos de Salém tinham. Os comerciantes fomentaram o ódio entre Sion e os demais países do continente, o que fez com que as milícias revoltosas deixassem de atacar os mercenários para atacar as milícias de outros salemitas. A guerra interna de Salém era muito proveitosa para os comerciantes manterem seu poder, uma vez que se os salemitas lutassem entre si, não poderiam lutar contra os mercenários.

Os Acordos Marítimos, assinados na cidade de Fleriont entre 625 D.Q. e 710 D.Q., faziam dos comerciantes uma grande federação comercial, que seria patrocinada por Namaster. Em troca, os comerciantes teriam que cuidar da marinha namastere e fornecer bens salemitas a custos baixo. Estes acordos fizeram os impostos pagos pelos salemitas aumentarem muito e intensificaram o furor dos povos de Salém.

Em 715 D.Q., um proeminente sacerdote abadonita, Kalled Falluji, convocou secretamente todos os principais sacerdotes dos demais países de Salém (exceto Sion) para participarem de uma reunião no Templo de Hajj, na cidade santa de Kaaba. Nesta reunião, criaram um plano para acabar com o domínio dos comerciantes sobre Salém, que já tinha se estendido por quase 800 anos.

O plano ficou conhecido como Janeiro Sangrento, pois deveria ser executado em primeiro de Janeiro de 716 D.Q., e deveria pegar os mercenários e comerciantes de surpresa. Consistia em todas as milícias de todos os países tarsitas se rebelarem e atacarem os mercenários e comerciantes simultaneamente, desta forma, os mercenários não teriam número suficiente.

Na data prevista, 716 D.Q., todas as milícias se revoltaram e atacaram os mercenários, que junto com os comerciantes fugiram para Sion, o único país de Salém que não tinha se rebelado porque não foi incluído no plano Janeiro Sangrento. O plano tinha funcionado, logo todos os países salemitas (exceto Sion) estavam livres do domínio dos comerciantes.

Os comerciantes não tinham como abafar o levante nos países tarsitas por estarem unidos, ainda mais que agora os tarsitas tinham o controle de todos os quarteis militares.

Aproveitando a oportunidade, um descendente do Patriarca Sion, Joshua, que tinha direito a subir ao trono caso os comerciantes não dominassem Sion, liderou uma rebelião do povo sionita. Mas sabendo que não teria capacidade de enfrentar todo o exército mercenário estacionado em Sion, Joshua fez um acordo com os comerciantes.

Os comerciantes não queriam de forma nenhuma perder o domínio sobre os países de Salém, por isso aceitaram o acordo que Joshua propôs: Sion teria garantida sua independência de qualquer poder exterior e em troca ajudaria os exércitos mercenários a dominar novamente os países tarsitas.

Império de Társis contra Sion

Depois do Janeiro Sangrento, Kalled Falluji, o abadonita, obteve muito prestígio em todo o continente, e após ter sido ungido rei de Abadon, em 717 D.Q., propôs a unificação de todos os países tarsitas sob uma única liderança, a fim de enfrentar Sion e os comerciantes daelianos. Então foi criado o Império de Társis, que agregava todos os descendentes do Patriarca Társis.

No mesmo ano, Joshua era ungido rei de Sion, um país agora independente e aliado dos comerciantes que dominaram Salém por tanto tempo.

Joshua reestrutura o exército de Sion e inicia os ataques ao recém formado Império de Társis. Liderando os exércitos de Sion e dos mercenários, o rei realiza ataques em diversos pontos do continente, conseguindo rivalizar com os exércitos unidos do Império de Társis.

As batalhas que se desenvolvem a partir desta etapa são cada vez mais ferozes e numerosas. Os dois lados têm o mesmo nível de poder e nenhum consegue se sobresair. Esta situação se mantém por alguns anos, até que os comerciantes, insatisfeitos com a equiparação dos exércitos de Sion e do Império de Társis, contactam as autoridades de Namaster a firmam um acordo militar que consistia em Namaster se aliar à Sion e juntos atacarem o Império de Társis.

Logo as tropas namasteres começaram a desembarcar nos litorais de Abadon e Hades, enquanto Sion avançava sobre o interior destes mesmos países e também de Bérsheva. As batalhas eram duras, mas o Império de Társis começava a demonstrar debilidades frente ao experiente exército de Sion e ao rico exército de Namaster.

Poucos meses depois o exército tarsita já se via encurralado nas principais cidades do império, sendo que muitas outras cidades já tinham caído sob o comando de Sion ou Namaster.

Em 7 meses a cidade de Kaaba, capital de Abadon, estava sendo sitiada por tropas conjuntas de Namaster e Sion. Um acordo foi acertado entre os abadonitas e os sionitas (que lideravam o sítio) para impedir que a cidade fosse invadida e destruída, já que é uma cidade sagrada para os tarsitas, era um cessar-fogo temporário.

Aproveitando o cessar-fogo, outro acordo foi proposto por Namaster: Os exércitos de Sion e Namaster voltariam a seus países natais enquanto o Império de Társis seria desmantelado, seus Estados membros se separariam e assinariam acordos comerciais que favoreceriam a Federação do Comércio Daeliana, que tinham sede em Namaster. No mesmo dia, os países tarsitas assinaram, a contra gosto, este acordo, por não terem outra alternativa, tendo em vista que todas as principais cidades do império estavam prestes a cair e os exércitos não teriam mais capacidade de defendê-las.

Voltar para a Página Anterior



Banner do Portal Myth2 Brasil

© 2006-2007 Harkadya - Todos os direitos reservados - Criação por MOAI