Atualizações:

07/06/2007
Adicionado a página inicial de Svein.

01/06/2007
Adicionada a página Acordo para extração de Petróleo em Svein ao site.

01/06/2007
Adicionada a página sobre a Base Militar de Al-Parrazon/Sion em Svein ao site.

25/05/2007
Adicionada a página Dinastia Belvedere à Página de Namaster.

07/04/2007
Adicionada a página Economia de Noyarsky.

04/04/2007
Adicionada a página inicial de Noyarsky e a página do Governo de Noyarsky.

19/01/2007
Adicionado um artigo sobre a História de Zenkai.

19/01/2007
Adicionado um artigo sobre a História de Xian.

18/01/2007
Adicionado a página inicial de Simea.

Universalismo

A Religião Universalista foi a religião oficial do Império Mansure desde 786 A.Q., até o fim do Império. Ainda é uma das religiões mais seguidas do mundo.

1. Visão Histórica da Religião


1.1. Antecedentes


1.1.2. A religião em Molia

No auge do Reino de Molia, a religião predominante era o politeísmo. Vários deuses eram venerados pelo povos - muitas vezes, uma cidade tinha um deus diferente de outra e, com o aumento das terras molianas, cada vez mais deuses e teologias eram incorporadas ao cotidiano do reino.

1.1.3. A religião nos reinos do oeste

No noroeste do continente de Daelos (atual Mansur), a religião antiga tinha fortes características espirituais e ligadas a elementos da natureza. A religião era politeísta, e pouco se sabe sobre quantos deuses eram venerados antes da chegada das tropas molianas na região.

1.2. A criação da religião


1.2.1. A influência da Grande Guerra de Molia

A guerra que se iniciou em 1363 A.Q. foi crucial para a a alteração da cultura na região. Os contatos entre os povos, ainda que belicosos, foram intensos. Os mansures passaram a defender seus deuses na batalha, e pediam proteção a vários deles. A vitória na guerra, evidentemente, foi atribuída ao apoio de seus deuses - em especial Mirandor, um dos deus adorados em Esperia. Durante a época da guerra, os fiéis faziam várias oferendas a Mirandor e, pouco a pouco, ele acabou se tornando símbolo da cultura dos esperis e dos aliados contra o Reino de Molia. A imagem de Mirandor se torna importante em Esperia.

1.2.2. Teorias universalistas

Em 1056 A.Q., depois da criação do Império Mansure, os deuses passaram a ser usados pelos imperadores para espalhar a cultura esperi para as regiões. Nesse meio tempo, Mirandor era o deus preferido entre os cidadãos de Esperia. A ele era atribuído vitórias em competições, sucessos em caças e pescas, boas colheitas, etc. Foi apenas um pulo para que nascesse a idéia de que, de fato, Mirandor fosse o deus mais poderoso entre os deuses. Assim nascia a ideologia do Universalismo. O sumo-sacerdote Tiberius Pradus, de Esperia, pegou essas lendas e escreveu sobre o universalismo. Suas idéias foram, de início, rejeitadas pelo Imperador e pela população esperi.

1.2.3. A adoção do Universalismo em Esperia

Em 934 A.Q., um dos seguidores de Tiberius Pradus passou a fazer sucesso entre os esperis. Extremamente carismático, ele pregava nas ruas com fervor, narrando a criação do mundo por Mirandor, contando como ele pensou no planeta e como ele enfrentou Dixius, o deus da morte, para que pudesse haver vida no planeta recém-criado. As pessoas ficavam comovidas pela sua história e, em alguns meses, o universalismo se sacramentou na capital do Império Mansure e, lentamente, foi levada para os campos e outras cidades.

1.2.4. A adoção oficial

Apesar de conquistar muitas pessoas desde o século X A.Q., a religião ficou quase 200 anos como religião paralela. Um dos imperadores tentou erradicá-la, mas enfrentou forte oposição popular, e quando os nobres ameaçaram derrubá-lo do poder, ele voltou atrás.

No ano de 786 A.Q., o Imperador Nestor Lactius - que simpatizava com a religião desde que sua irmã mais nova fora curada por um sumo-sacerdote universalista - venceu uma série de batalhas no centro do continente. Ele atribuiu o sucesso a Mirandor, e quando voltou à Esperia, anunciou que "O Universalismo deixará de ser uma vertente paralela de nossa cultura religiosa. A partir desta data, eu declaro que eu converto-me ao Universalismo e, assim, o Império Mansure terá como religião oficial o Universalismo".

Os outros deuses não foram erradicados. Eles apenas tinham escalas secundárias perto de Mirandor, o criador do mundo e de todas as coisas vivas.

1.3. A evolução da religiosidade em Daelos



1.3.1. Apogeu e queda de Mansur

O Universalismo foi bem aceito no Império, porque, afinal, não alterava muito a religiosidade no continente. E ela foi ainda mais aceita graças às conquistas dos mansures no continente de Salém. Os soldados voltavam para Daelos com as notícias de que, graças à proteção de Mirandor, os salemitas caíam perante os mansures. Logo os mansures conquistaram todo o continente. Evidentemente, tentaram passar a religião para Salém, mas enfrentaram impressionante resistência dos nativos.

O Império Mansure viu seu fim no ano 0, mas a religião manteve-se. Os diversos reinos e países que foram fundados nos territórios mansures, sem falar colônias e cidades que tinham alguma influência mansure, manteve o universalismo. Os Sumo-Sacerdotes de Esperia mantiveram a função de resguardar o universalismo. A religião se tornou um pouco descentralizada durante a Idade Média, mas manteve a imagem de Mirandor como o mais poderoso dos deuses.

1.3.2. A incorporação da religião em Namaster

Quando Namaster foi fundado, em 480 D.Q., a religião era diferente do universalismo - era mais voltada à antiga religião moliana. Mas à medida que o Reino de Namaster incorporava outros territórios, o universalismo se tornava cada vez mais presente. Os reis de Namaster nunca foram contra diferentes religiões no país. O universalismo só se tornou a religião oficial do reino em 807 D.Q., quando o rei Ricard III muda a capital do reino para Fleriont. Como a região era de forte influência universalista, ele decidiu por fazer dela a religião oficial do reino. Com essa decisão, os reinos menores, que também eram universalistas, passaram a sofrer maior influência de Namaster.

Até hoje o universalismo é religião oficial nos países ao norte de Daelos.

2. Visão Teológica da Religião



2.1. A Criação de Tudo



2.1.1. Caos

No Passado, quando não havia o mundo, quando não havia a Ordem e não havia o Universo, havia um deus. Enis, o deus da desordem, vivia no Limbo. Em Enis estavam todas as coisas, mas desorganizadas. Foi quando Enis pariu Lila, a personificação da razão. Lila passa a organizar o caos, e ela cria o Universo, ao retirá-lo de dentro de Enis. Junto do Universo, Enis também concede vida a Romos, deus do amor, e Hístofos, personificação do fogo e da luz.

Lila dá a luz a dois filhos: Eseu e Nocta, os deuses do dia e da noite. Eseu ganhou de Hístofos o Disco de Ouro (sol) quando nasceu, e Nocta ganhou de Romos o Disco de Prata (lua). Eseu e Nocta se unem, e dão luz à gêmeos - Clestos, o Céu. E Gaia, a Terra.

2.1.2. A Criação de Daelos

Gaia cria, então, a terra firme e, junto de seu irmão e esposo, Clestos, decidem povoar a região. Lila sugere o nome de Daelos para o lugar.

Enis, enciumado e irritado por ter sua paz retirada, decide invadir Daelos e re-instaurar o caos. Hístofos e Eseu conseguem impedi-lo, e banem ele de volta para o Limbo.

Gaia e Clestos voltam a se unir, e dão luz a todas as divindades daelianas, como os regedores e os mirandores.

2.1.3. Os Deuses Regedores

Gaia e Clestos deram luz à Natura, e fizeram dela deusa de tudo o que era vivo em Daelos, e Natura ficou à cargo de criar a Natureza. Depois, Gaia e Clestos deram luz à Loresto, deus das águas, Nisto, deus dos ventos, e outros deuses conhecidos como Regedores, pois regem as forças da natureza.

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