Atualizações:

07/06/2007
Adicionado a página inicial de Svein.

01/06/2007
Adicionada a página Acordo para extração de Petróleo em Svein ao site.

01/06/2007
Adicionada a página sobre a Base Militar de Al-Parrazon/Sion em Svein ao site.

25/05/2007
Adicionada a página Dinastia Belvedere à Página de Namaster.

07/04/2007
Adicionada a página Economia de Noyarsky.

04/04/2007
Adicionada a página inicial de Noyarsky e a página do Governo de Noyarsky.

19/01/2007
Adicionado um artigo sobre a História de Zenkai.

19/01/2007
Adicionado um artigo sobre a História de Xian.

18/01/2007
Adicionado a página inicial de Simea.

Continente de Praëtor

Os países que o continente de Praëtor comporta são:

Aka-Mariah | Al-Parrazon | Klappacius | Levigrados | Tun-Irüe | Vau Essânce

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Pré-História

Durante os anos escuros de 18.000 a.Q. os habitantes do sul de Daelos, rejeitados por terem aparência diferente dos demais, resolvem deixar essas terras em busca de um lugar só deles. Começa a grade migração. Vários barcos são construídos e eles partem em sua aventura pelo Mar de Norba. Eles encontram um lugar com flora rica e diversificada, e melhor, desabitada. Então eles se estabelecem e o chamam de Aka-Mariah, sua "Terra dos Sonhos".

Como que um prêmio por sua bravura e dedicação à natureza, o planeta tem uma reviravolta no clima e as águas ao redor de Aka-Mariah ficam quase inavegáveis. Dando a eles o tão sonhado isolamento dos "inúteis humanos." Entretanto, eles próprios criam costumes que privilegiam os de "boas características", que são basicamente os com mais força física e sentidos mais apurados. A naturização pela qual eles passam inclui um apego total à natureza e uma alimentação saudável, porque eles acreditavam que quanto mais puro o alimento, mais puro fica o indivíduo. Essas características tornam-os bastante diferentes dos humanos no quesito capacidades físicas, mentais e sensoriais.

Idade da Escrita

Já por volta do ano 6.000 a.Q. os akamarianos desenvolvem a leitura e a escrita, sendo o alfabeto fonético mais antigo conhecido do planeta de 5.400 a.Q. muito semelhante ao usado nos dias atuais, formado por letras que representam os diferentes fonemas da comunicação oral. Também a essa época, foi quando o clima voltou a se resfriar e a navegação volta a ser possível, então muitos voltam para o mar, para explorar o desconhecido. Com técnicas primitivas, eles mal chegam a Praëtor. Mas tão logo conseguem manter um intercâmbio contínuo, eles iniciam uma exploração da região de modo a conseguir produtos diferentes dos que eles costumavam consumir. Al-Parrazon foi a primeira colônia, por volta de 5.800 a.Q.

Entre 5.000 e 4.000 a.Q., a colonização sofre um impulso, com o estabelecimento de diversos entrepostos que permitem navegação de cabotagem e navegação até Aka-Mariah. Navegadores também chegam até Daelos, a pesar de demonstrar muito pouco interesse nessa região. A agricultura é impulsionada com canais de irrigação que aproveitam por mais tempo a água das chuvas. Também a saúde passa a ser muito estudada. Inicia-se o processo de saneamento básico das cidade akamarianas em todo o continente por volta de 3.000 a.Q. A invenção da bússola em 2.092 a.Q. permite navegar por longos períodos. Fernon Dies chega a Arthurum em 2.037 a.Q. Em 2.006 a.Q. começam os conflitos com os não akamarianos em Praëtor. Fundação de Tun Irüe, a Aka-Mariah do Norte.

Idade da Expansão

Entre 2.000 e 1.000 a.Q. os conflitos se intensificam, e os princípios da eugenia são difundidos entre os akamarianos. Em 998 a.Q. inicia-se o que os akamarianos chamam de "Expurgo". Os princípios da lógica começam a ser difundidos com a Ordem dos Racionais fundada em 900 a.Q. por Havok. Em 800 a.Q. a maioria dos não-akamarianos havia fugido para Daelos ou Arthurum. Uma técnica de fertilização permite um grande boom na agricultura, e este, por sua vez, incentiva o crescimento demográfico, após os anos 780 a.Q.

Os seguidores de Havok e estabelecem um país baseado em suas idéias, Levigrados, em 650 a.Q. Há intensa migração para esse território. É fundada Vau Essânce em 580 a.Q., instaurando-se uma nova região de produção alimentícia. Muitos dos akamarianos que tem crenças diferentes (i.e., são carnívoros ou acreditam em deuses) vão para o país, onde a perseguição é menor. O cientificismo é adotado em Aka-Mariah, 50 anos após um governo científico ter se estabelecido em Al-Parrazon, sendo seguido pelos outros países.

Os arthurianos, cobiçosos das terras de Vau Essânce tentam invadir Praëtor. A união de Aka-Mariah, Al-Parrazon e Tun Irüe declara guerra a eles em 209 a.Q. Em 203 a.Q. Os akamarianos conseguem total superioridade naval e oferecem a paz aos arthurianos, que terminam por aceitar, assinando também um pacto de não agressão de 500 anos. Essa guerra gerou um sentimento de repúdio aos anões do continente.

Em 192 a.Q. Aka-Mariah desenvolve uma forma de manejo de florestas que envolve a derrubada seletiva das árvores úteis e o replantio de forma a utilizar de forma intensiva a floresta sem causar grandes impactos. Há uma grande conscientização popular que culmina com "O conselho de preservação ambiental" de 12 d.Q.

Idade da Purificação

Alguns grupos voltam-se para o replantio de áreas derrubadas, mas sem apoio dos governos. Outros grupos buscam formas menos agressivas de agriculturar a terra. Al-Parrazon desenvolve uma técnica de produção de álcool a partir da madeira. Em 192 é desenvolvida uma forma não agressiva de agricultura. Institui-se em 201 em Concórdia a "Economia do Papel", mas sua aceitação é pequena. Em Al-Parrazon inicia-se a Guerra da Mudança em 380. Ao seu fim, em 402, inicia-se uma construção em massa de indústrias alcooleiras em Al-Parrazon e Aka-Mariah. Grupos pró-Havok se disseminam em toda Praëtor.

Um processo de obtenção de um metal leve e resistente a partir do minério de bauxita é desenvolvido, o metal recebe o nome de Alumínio. Com o descobrimento da nitro celulose, desenvolve-se armas de fogo, que são inúteis, entretanto, devido à pouca durabilidade, já que eram feitas de madeira.

Em 1.151 fica estabelecida a Embaixada de Praëtor. Iniciam-se contatos pacíficos com outros países não akamarianos. Logo depois, inicia-se o estabelecimento da Economia do papel com maior importância. Até o início do século XVI ela fica totalmente estabelecida em todos os países praetorianos. O boom no consumo alparrazoniano causa uma quebra generalizada na economia. Quebra essa, evitada em Aka-Mariah usando-se o exemplo alparrazoniano. Outros países seguem o modelo akamariano e também adaptam suas economias. Abertura econômica iniciada em alguns países para evitar o risco de novas quebras. Durante este período de crise, várias pessoas se voltam aos deuses, culminando com a Crise de Klappacius em 1225, onde é travada uma guerra pelos "separatistas", e se funda a nação de Klappacius para se resolver a situação pacificamente.

Aka-Mariah desenvolve com sucesso a metalurgia. Muitos torcem o nariz para isso e a metalurgia fica limitada à ilha. A aceitação e limitada, até pelos altos custos e baixa produtividade, tanto nos derivados do ferro como no alumínio. Tratamento da madeira aumenta suas qualidades, tornando-a um bom substituto em diversos usos. Crise na metalurgia, fecham-se várias empresas. Fim da era da purificação, início da Botânica.

Idade Botânica

Desenvolve-se a indústria de enzimas que, com alto grau de sofisticação, permitem o desenvolvimento de diversas áreas, mas especialmente a alimentícia. Também se desenvolve o motor a vapor, posteriormente testado em alguns veículos, com destaque para os navios. Inicia-se também o processo de eletrificação dos principais países. Em 1749 a vacinação é obrigatória em Aka-Mariah e Al-Parrazon, sendo seguidos pelos demais países. Descobre-se o titânio e tem início a indústria alquímica.

Aka-Mariah desenvolve processo de fabricação limpa e em larga escala do Aço. A metalurgia ressurge e o país aproveita para desenvolver novas áreas. Inicia-se a construção das ferrovias e dos couraçados, navios com armadura em aço. Logo após, há o desenvolvimento de protótipos de veículos voadores. Em 1889, a marinha akamariana é a primeira do planeta a ser 100% formada por navios com casco de aço (ou de madeira revestida em aço, caso de uns poucos couraçados).

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