07/06/2007
Adicionado a página inicial de Svein.
01/06/2007
Adicionada a página Acordo para extração de Petróleo em Svein ao site.
01/06/2007
Adicionada a página sobre a Base Militar de Al-Parrazon/Sion em Svein ao site.
25/05/2007
Adicionada a página Dinastia Belvedere à Página de Namaster.
07/04/2007
Adicionada a página Economia de Noyarsky.
04/04/2007
Adicionada a página inicial de Noyarsky e a página do Governo de Noyarsky.
19/01/2007
Adicionado um artigo sobre a História de Zenkai.
19/01/2007
Adicionado um artigo sobre a História de Xian.
18/01/2007
Adicionado a página inicial de Simea.
A etnia Mansure original nasceu na costa oeste de Daelos, na região onde hoje se encontram as cidades de Salínica e Esperia nas margens do rio Erum até o rio desembocar no mar. Sua civilização surgiu mais ou menos em XLVII A.Q. quando deixam de ser coletores, caçadores para virar, pescadores e agricultores.
Quando formaram suas primeiras vilas eram camponeses pacíficos que viviam da agricultura e da pesca. Da pesca veio sua grande afinidade com o mar que é vista até hoje. Mesmo com varias vilas eles viviam em uma grande tribo aonde não havia mais ricos nem mais pobres eram uma nação.
Eles viviam nesta tribo, quase um pequeno reino, todos unidos. Até que em um certo ano a produção agrícola não foi suficiente e a pesca foi ruim, isto se repetiu por outros dois longos anos causando fome na população. A união foi encerrada quando houve brigas internas e muitas mortes. Isto ocorreu mais ou menos no século XXX A.Q.
As pessoas decidiram abandonar o local quando a situação ficou insustentável. Assim surgiram ramificações mansures pela costa de Daelos e nos planaltos, esta foi a primeira explosão mansure, assim a chamamos pelo espalhamento da etnia por vários locais dando origem a povos chamados neo-mansures.
Os indivíduos que se dirigiram para a região de Corata. Na época a região era inabitada e oferecia áreas de vegetação relativamente densa e outras de campo aberto. Por estas características desenvolveu-se a criação de animais como bois e cabras além de outros animais nativos. Desenvolveram um porte físico melhor do que o dos outros neo-mansures, por seus maiores objetivos serem, proteger seu gado e roubar o gado de todos os seus não-parentes.
As famílias de pescadores que possuíam barcos se mudaram para vários lugares da costa, alguns foram para a região da baía de Arredenti, onde fundaram vilas e a cidade Arredenti na margem do rio Miran, séculos mais tarde.Outros chegaram aonde hoje existe Uria e iniciaram sua atividade agrícola e pesqueira.
Alguns povos foram para o norte onde hoje fica Aleira, Namaster e Simea, aonde conheceram os nativos do local e acabaram por se miscigenar com a população local. Aproveitando as correntes frias de lá eles tinham quantidade imensa de pescado. Foram os únicos neo-mansures a viver apenas do pescado ocasionalmente trocando por objetos e por alimentos variados com os nativos e outros neo-mansures mais ao sul.
Os que ficaram na região de Salínica – Esperia dividiram-se em vilas e depois cidades. Este local tinha muita produtividade agrícola, por causa do rio e do sistema de irrigação implantado na região.
Ainda houve os que viajaram para a região mais ao sul de Daelos como Norlanty, a ilha de Bremem e kinnit.
Também há quem diga que alguns chegaram à taoshinem e Salém. Mas isto não foi provado
Até o século XXV a.Q os mansures viveram da economia de subsistência com pouco comércio. Mas a partir deste século a nobreza finalmente se destacou da massa e tomou o controle do estado. Começaram a querer regalias e ficaram conhecendo os produtos de outras terras. Sendo assim eles começaram a mandar caravanas e barcos para trazer tais mercadorias.
A população média também começou a se interessar por produtos de outras regiões e logo o comércio virou a coisa mais rentável de toda a economia. Começaram a produzir varias coisas, fortificou-se a manufatura e surgiram muitas rotas comerciais terrestres, marítimas e fluviais. Nos cruzamentos entre elas se formaram pequenos mercados e entrepostos que cresceram para aldeias, vilas e depois cidades. Toda a região viu uma urbanização tremenda, agora as cidades possuíam muros de mais de 3 metros para se proteger, exércitos foram criados para manter a ordem e começaram a surgir os reinos e as cidades-estado. Tudo em um espaço de tempo de 200 anos.
Após algumas décadas os mansures ficaram conhecendo vários povos além das montanhas e das planícies ao Sul de Daelos como os Witzens e os Lupovs. Além de subir cada vez mais o rio Miran.
Este comércio fez com que fosse necessária uma língua universal e teve inicio o Esperi Arcaico.
Hoje em dia os Mansures estão entre os povos mais belicosos de todo o mundo. Mas isto não foi por opção.
Nos séculos seguintes ao crescimento econômico a riqueza mansure atraiu a atenção de vários povos dos planaltos e planícies do oeste. Não havia jeito de se manterem pacíficos perante aos ataques e saques sofridos.
O primeiro ataque aconteceu em uma cidade do planalto. Os “bárbaros” como foram chamados mais tarde, após o contato com molianos. Subiram das planícies e atacaram uma cidade pouco protegida, ainda possuía os antigos sistemas de defesa de muros de um metro e meio e naquela época o exército servia mais como polícia, sendo muito pouco treinado e mal armado. A cidade foi queimada e iniciou-se uma época de medo e tensão em todo o mundo conhecido pelos mansures, exceto para os da região de florestas mais fechadas e de montanhas que possuíam defesas melhores.
Após 30 anos de medo finalmente os mansures tinham enraizado o sentido de vingança e um desprezo tão grande pelos inimigos que não tinham mais medo, eram frios na batalha.
Isto aliado a outros fatores os beneficiou, pois não mais eram camponeses desorganizados com armas, eram um exército preparado física e mentalmente, confiante nos lideres e companheiros, organizado tática e estrategicamente, mas acima de tudo eram exércitos bem equipados, bem pagos e muito respeitados. Embora fossem exércitos relativamente pequenos.
Nestes exércitos os soldados passavam 20 anos de suas vidas e cerca de dois eram passados em treinamento. Cada região tinha seus pontos mais fortes e mais fracos. Mas todos tinham incompatibilidade com arquearia
Na planície a maior parte do exército era formada por infantaria, não havia arquearia principalmente pela falta de uso dos habitantes. Cavalaria leve e pesada eram admitidos, mas não incentivados.
No planalto eram admitidos cavaleiros pesados e leves, em maior numero que nas planícies.
Nas regiões mais altas ainda, existiam infantes, mas não cavaleiros. Esta era a única região em que o exercito era composto por mais de um décimo de arqueiros de seu contingente total.
Todos os exércitos possuíam artilharia e no lugar de arcos possuíam lanças para atirar, mais tarde após descobrir-se a besta ela foi incorporada já no Império.
Freqüentemente surgiam ligas ou uniões para se defender de um invasor mais poderoso. A maior delas foi àquela liga que deu origem ao Império Mansure.
Até o Império, Mansur não tinha uma marinha muito grande. Embora fosse uma cultura de comerciantes.
Durante as conquistas mansures em cada lugar que era dominado era fundada uma colônia e varias vilas mansures. Sendo assim eles poderiam ter um melhor controle da população e do comércio, esta população mansure em alguns casos se manteve limpa, por exemplo, em Sion, mas na maioria das vezes se miscigenou com a população local e difundiu a cultura e língua mansure. Às vezes até mesmo dando origem a novas etnias, como a dos namasteres.
Existe um ditado da época do Império que diz o seguinte: Aonde o mansure conquista ele habita.
Para os Mansures o porte físico é característica social. Se o individuo tiver corpo esbelto, musculoso e bronzeado significa que ele tem tempo de sobra para se dedicar a banhos de sol e dinheiro para uma academia. Há vezes em que algumas pessoas conseguem parecer mais ocupados ou mais livres controlando a cor da pele, mas raramente tem tempo para parecer mais rico. Embora os mansures tenham mais facilidade para moldar o corpo que as outras etnias.
São um povo com talento estratégico muito bom, geralmente estão dando um salto pensando nos próximos três passos, tem muita confiança no companheiro, infelizmente são orgulhosos e algumas vezes esnobes.
Existem diferenças entre regiões e alguns grupos fogem as regras da etnia, por exemplo, os coratenses que não sabem se controlar direito, em contrapartida os arredentianos conseguem ser falsos e hipócritas ao estremo, são a maior parte dos atores, adivinhos e artistas de Mansur e são muitos dos políticos do país.
Os salinicianos são muito criativos, mais criativos que estrategistas, ás vezes não obedecem algumas leis não gostam de obedecer regras que para eles sejam dispensáveis, por serem muito inconseqüentes estão envolvidos em brigas constantemente, são os melhores dos fuzileiros. Mas os esperis são o contrario, muito mais obedientes as regras e são amantes da diplomacia, estrategistas muito bons, tiveram grande influencia aka-mariana e por isso diferem tanto dos vizinhos salinicianos, nos quesitos comportamento, racionalidade e lógica, só são menos falsos que os arredentianos.
Quase sinônimo de pequeno país. São de grau comunitário muito importante.
Pergunte a um mansure sobre o que é uma família e ele responderá:
“A família é aonde você deve encontrar sua própria identidade. Sua identidade é sua família. Você é o que sua família é. A família é um único individuo cheio de membros. Não se vira as costas para a família e a família não vira as costas para você. O chefe da família representa a todos e todos respeitam o chefe (nota: geralmente o varão mais velho que ainda tenha condições de liderar). Nunca se deixa ofender um membro da família e a família nunca deixara te ofenderem. Sempre se protege os mais velhos e crianças. A família é tudo o que você tem”.
As famílias mansures têm um costume interessante. Não desprezam os órfãos de porte físico interessante ou de mente brilhante. Geralmente as famílias estão cheias de filhos adotados.
Para fazer alianças provisórias com outras famílias usa-se o casamento, mas os noivos ganharam o direito de escolher se querem ou não o noivo escolhido pelos parentes. Este direito ganho em 1821 D.Q. não adianta muito já que a vergonha de desobedecer aos superiores seria muito grande.
Existem famílias que tem sub-chefes que formam verdadeiros conselhos familiares.
Outra coisa importante é que se você for ascendente de um menor de 16 anos e maior de seis anos tem o direito de espancar publicamente o descendente quando o mesmo desrespeitar-lhe. Mas segundo as regras só é possível isto quando lhe forem dadas às permissões do líder e dos seus três sucessores hierárquicos diretos. Exceto no caso de pai, mãe e líder, pois eles têm carta branca quando o líder e o casal estiverem de acordo. Tal costume não é muito aplicado. Salvo casos extremos de vergonha publica a nível estadual, até porque alguém se torna advogado do jovem e os garotos evitam vexames e atos desrespeitosos para não causar vergonha à família.
Após os 16 anos os garotos vão para o serviço militar onde ficam por dois anos em treinamento e passam mais quatro fazendo apenas visitas mensais a família. Após este período voltam para casa onde a maioria se casa e inicia um novo ramo da família, embora estejam disponíveis ao exercito por mais 10 anos em caso de paz e até os 55 ele pode ser chamado para uma guerra.
Para as meninas aos 17 anos elas entram no período em que a maioria se casa e forma seu ramo familiar.
O ramo familiar é formado por: pai, mãe e filhos. Os ramos familiares unidos mais os avôs formam troncos familiares e todos os troncos unidos mais os parentes de ligação (bisavôs, tataravôs, tetravôs) formam a árvore familiar.
Não é raro o casamento de primos de segundo grau.
Todos os ligados a seu tronco familiar moram em casas próximas a parentes às vezes criando bairros inteiros de famílias.
Os órfãos não adotados se consideram familiares e se comportam como se fossem de uma única família.