07/06/2007
Adicionado a página inicial de Svein.
01/06/2007
Adicionada a página Acordo para extração de Petróleo em Svein ao site.
01/06/2007
Adicionada a página sobre a Base Militar de Al-Parrazon/Sion em Svein ao site.
25/05/2007
Adicionada a página Dinastia Belvedere à Página de Namaster.
07/04/2007
Adicionada a página Economia de Noyarsky.
04/04/2007
Adicionada a página inicial de Noyarsky e a página do Governo de Noyarsky.
19/01/2007
Adicionado um artigo sobre a História de Zenkai.
19/01/2007
Adicionado um artigo sobre a História de Xian.
18/01/2007
Adicionado a página inicial de Simea.
O Império Mansure foi a maior potência de sua época. Era um Império que abrangia a maior parte de Daelos e todo Salém. Portanto, Mansur era uma potência mundial, a primeira potência em escala mundial.
Os dados estatísticos que sobraram dos Arquivos Imperiais, mais os resultados dos trabalhos arqueológicos, nos mostram que Mansur dominava mais de 170 milhões de pessoas, quando a população total mundial é estimada, para a época, em cerca de 420 milhões de pessoas!
Mansur, portanto, governava, praticamente, metade da população que existia no mundo! E era uma potência eminentemente urbana. Os cálculos indicam que só a provincia de Esperia tinha 1.197 cidades e uma província como Redenia , abrigava 360 cidades.
Estas milhares de cidades estavam ligadas por uma imensa rede de estradas pavimentadas e eram servidas, também, por centenas e centenas de portos de mar e fluviais. A imensidão da tarefa administrativa é evidente para todos. As mensagens tinham que trafegar à cavalo ou de barco a vela. Os exércitos se moviam à pé. O trânsito de mercadorias era muito caro.
O poder de Mansur era materializado na legião, corpo militar que superou tudo o que até então se conhecia em termos militares na Antigüidade. Não é sem razão que da palavra legio (legião), força bélica, extraiu-se a palavra legge (lei). A lei, para os juristas, respaldava-se em última instância na força. Os mansures aproveitaram o máximo das capacidades das suas legiões, como a disciplina, a resistência, a tecnologia superior, e principalmente a faculdade de atuar como um corpo único, que transformava cada legião num mini-exército altamente eficiente, para realizar as suas grandes conquistas.
Cada legião completa tinha um efetivo de 5.000 a 6.000 soldados engajados por contrato. Disciplinados e bem treinados, os legionários eram subdivididos em dez coortes (500 a 600 homens). Estas por sua vez eram divididas em centúrias, e estas em decúrias. Sendo em princípio, cada legião possuía 10 coortes; 4 legiões formavam um exército consular. Cada legião contava com as alas de Cavalaria (teoricamente uns 300 cavaleiros, muitos destes estrangeiros), um corpo de besteiros, além das tropas auxiliares, os vexillatos.
Os legionários davam duro tanto na batalha, quanto fora dela. Mesmo no descanso, eles não tinham descanso. Mesmo acampado o soldado era sempre posto na ativa. Entendiam os mansures principalmente esperis que o ócio das tropas era a ruína da disciplina, eterna fonte de amotinamentos. Assim, o legionário não descansava nunca. Escolhido o local do acampamento, eles tinham sempre alguma coisa que fazer. No acampamento era o momento em que o pilus (a lança) era substituída pela pá. Com ela cavavam uma trincheira retangular ao redor das barracas e erguiam paliçadas no perímetro delas para nunca serem pegos de surpresa pelos inimigos. Em Salínica, a muralha tinha 19 quilômetros (ainda existe boa parte).
Os mansures eram exímios engenheiros militares. Certa vez um auxiliar de Claxius disse que, “quem ganha a guerra é a pá, não o pilo (a lança)”. Certamente ele referia-se aos contravallation, aos 40 quilômetros de trincheiras cavadas e fortificações erguidas pelos legionários para cercar os povos que vivia na região aonde hoje é Namaster, na batalha de Plieva, travada em 830 a.Q., forçando a rendição final de Mercinetórix. Ou ainda ao episódio das pontes portáteis estendidas sobre um rio que asseguraram ao general bater os nefilins, pegos de surpresa no seu próprio território. Estradas, pontes, fortificações, acampamentos bem protegidos, estaqueados com a pá e com a picareta, contribuíram tanto nas vitórias imperais como o uso das armas. O compasso e o esquadro do engenheiro era tão fundamental como a disposição geral das legiões no campo de guerra. Além disso, o seu material de sítio, as catapultas que lançavam pedras ou bolas de fogo, era impressionante. Graças a disciplina exemplar, as centúrias podiam, mesmo em meio à batalha, rapidamente alterar sua formação, passando do assalto à defesa e vice-versa.
A organização e a disciplina das legiões era ímpar em sua época. Os legionários eram capazes de arrumados em linhas (veliti, manipoli di astati, principi, e di triarii), onde recrutas e veteranos se intercalavam, enfrentar contingentes de forças muito superiores as suas, graças à coesão e às táticas de luta em conjunto em que se exercitavam. Em geral, os bárbaros, desconsiderando o comando único, atacavam em hordas, onde cada clã, quase cada guerreiro, tratava de vencer por si só a batalha, tornando-se presa fácil das organizadas tropas. Cada legião era comandada por um legatus (que era uma invenção de Lactius), um legado, que era um chefe militar (sempre um integrante da classe senatorial), apoiado por 6 tribunos e 60 centuriões, que formavam o quadro de oficiais intermediários entre o general e as tropas. Claetor usou dos três elementos da legião para realizar as suas conquistas extraordinárias: a infantaria, a Cavalaria e as formações auxiliares, além de uma habilidade extraordinária para usar as técnicas de assédio e as fortificações.
Esta estupenda organização bélica devia-se à coesão interna do estado, impressionante estrutura jurídico-administrativa capaz de dominar um território vastíssimo, estendendo-se das fronteiras da atual Molia, no leste, até às Ilhas Salemitas, bem a oeste, e das beiradas das montanhas centrais de Daelos, no sul, até o mare boreale, a norte. As leis do Império mansure imperavam tanto nos países de neve e gelo quanto sobre os que eram sol e pura areia, guardada por uma máquina militar que só entrou em decadencia após 800 anos de domínio.
Principalmente pela desunião do poder em que generais tentavam tornar-se imperadores e aonde o império perdia o melhor de suas tropas, navios e recursos.
A principal arma era a famosa espada chamada de gladius (gládio), de meio metro, com duplo fio e ponta aguçada. As armas de choque consistiam no hasta (pique), lança de até 3m de comprimento e o pilun (dardo) com cerca de 1,5m de comprimento.
Os mansures também usavam maciças catapultas de madeira, acionadas por tensão ou torção e que lançavam pedras de 5Kg a 300m de distância durante a realização de assédios.
A proteção individual era feita com capacetes, armaduras, malha, perneiras, escudos de couro reforçados com metal. Os cavaleiros, a princípio, não usavam sela nem estribos. Ainda como armamento, arcos e fundas eram usados para arremesso de flechas e de pedras.
As máquinas de guerra foram as mesmas usadas pelos molianos, se bem que melhoradas; apenas levando-se em conta que essas máquinas não foram, como entre os molianos empregadas somente no sitio, e sim em rasa campanha.
Eram a Infantaria leve da legião. Estavam normalmente armados com algumas lanças leves e um gladius. Usavam um escudo circular e um capacete, que cobriam com peles de lobos. Sua missão era a de explorar e realizar escaramuças. Nas batalhas campais, se colocavam a frente da primeira linha para lanças as suas lanças, e logo depois se retirarem. Normalmente eram homens de 17 a 25 anos que compunha esta tropa.
Eles usavam armas meio pesadas, e tinha de 25 a 30 anos. Esses legionários carregavam um scutum, gladius, pilum (lança pesada), lanças leves, capacete e um peitoral de bronze. Eles formavam a primeira linha da legião.
Eles tinham o basicamente o mesmo armamento dos Hastatus, porém eram mais pesadamente armados e equipados. Usavam ainda uma malha como proteção, que era acolchoada no ombro. Em vez de usar um peitoral de bronze. Lutavam na segunda linha. Esses legionários tinham entre 30 e 40 anos.
Eram os mais veteranos das legiões. Tinham entre 40 e 45 anos. Eram bem armados. Em vez do pilum, eles levavam lanças longas. Eles formavam a última linha e eles só eram usados em combate quando realmente necessário. Quando lutavam era em formação de falange.
As quatro linhas de combate da legião ficavam distanciadas cerca de 100m uma da outra. As fileiras de infantes da legião eram subdivididas em 10 manípulos (retângulos) sendo que os manípulos de hastátios e príncipes compunham-se de 120 homens e o de triários de 60 homens. Esta era a organização da legião manipular usada por Vinicius Claetor. Posteriormente os manípulos foram reunidos em coortes, unidade intermediária que permitiu maior flexibilidade à legião. A coorte era a reunião de um manípulo de cada espécie, hastários, príncipes e triários, com um grupo de 120 homens vélitas e uma turma de cavalarianos. A Cavalaria usava lança e escudo, sendo inferior à Infantaria em qualidade, pois os romanos não eram grandes cavaleiros. A Cavalaria da legião era dividida em 10 turmas de 30 cavalarianos.
O combate era iniciado pelos vélitas, que atacavam em ordem dispersa, visando a desorganização do adversário. Em seguida, as outras linhas da legião avançava e ultrapassava os vélitas; assim, os mansures combatiam em ordem profunda, numa sucessão de esforços. Durante o combate da infantaria, a cavalaria, colocada nas alas, lançava-se contra os flancos, ou contra a Cavalaria inimiga. Derrotado o adversário, os vélitas e a Cavalaria realizavam a perseguição ou, em caso contrário, cobriam a retirada do grosso.
Em campanha, o exército mansure estacionava diariamente após a marcha ou o combate. Prescrições regulamentares fixavam o dispositivo de acampamento, as atribuições dos homens e o serviço de guarda e de vigilância. Com a atual finalidade, deslocava-se e atuava um destacamento precursor.
Na antecedência dos combates, era designada uma "Zona de Reunião", na retaguarda, onde eram recolhidos os feridos e os prisioneiros, guardados os suprimentos, as bagagens e as armas sobressalentes. Além do armamento, os soldados conduziam material próprio para fortificar as regiões de estacionamento.
As legiões, como perfeita organização militar, não se descuidara dos serviços. Assim os mansures criaram o serviço de engenharia, de transporte, de intendência (destinado a suprir o exército em marcha ou a abastecer os armazéns - os mansures criaram o sistema de armazéns temporários para o abastecimento dos exércitos; com Ericus eles tornaram-se permanentes. Também existiam os serviços de fundos (cuja a frente ficava o questor, representante do tesouro público) e o de saúde.
Este item permaneceu quase inalterado pelo tempo e tal código de honra ainda é observado no exercito.
O maior elemento de triunfo no exército estava na disciplina. O treinamento militar e a educação moral tinham início nos primeiros anos da adolescência. Idéias patrióticas e virtudes militares eram inoculados cuidadosamente nos futuros guerreiros; as gloriosas tradições militares eram respeitadas com veneração. Os moços recebiam educação guerreira, estudavam a arte militar, de interferência a qualquer outra e passavam dez anos de formação nos campos.
O alinhamento disciplinado em combate do legionário, armado com as suas espadas curtas e apoiados nos veteranos, tornava-o quase que invencível. Juntos, em formação semelhante a uma tartaruga, com os escudos parecendo-se a um casco, viravam uma pequena fortaleza inexpugnável aos bárbaros. Tanto assim que a única vitória significativa que os bárbaros tiveram sobre a legião, deu-se num momento em que, atravessando a floresta de Tautenburg, no ano A.Q 550, ela foi atacada de surpresa quando caminhava em extensa linha sinuosa pelo meio da floresta em uma especie de desfile.
A lealdade das tropas aos seus estandartes, em que estava a águia e as letras PQM (Populesque Mansure - Povo de Mansur), era inspirada pela influência conjunta da religião e da honra. A águia que rebrilhava à frente da legião tornava-se objeto da sua mais profunda devoção; era considerado tão ímpio quão ignominioso o abandono dessa insígnia sagrada numa hora de perigo.
Tais motivos, cuja força advinha da imaginação, eram reforçados por temores e esperanças de natureza mais substancial. Soldo regular, donativos ocasionais e uma recompensa fixa após o devido tempo de serviço aliviavam as durezas da vida militar, ao passo que, de outro lado, era impossível escapar à mais severa das punições por covardia ou desobediência.
Os centuriões estavam autorizados a castigar com espancamento, os generais tinham o direito de punir com a morte; era uma máxima inflexível da disciplina que um bom soldado tinha muito mais a temer dos seus oficiais que do inimigo. Por via de tais louváveis recursos, o valor das tropas imperiais alcançou um grau de firmeza e docilidade que as paixões impetuosas e irregulares dos bárbaros jamais poderiam alcançar.
Após o periodo que vai da queda do império até o periodo do renascimento a legião permaneceu no esquecimento.
No exercito mansure hoje ainda persiste a legião. Mas obviamente usa armas modernas e não mais as lanças de outrora, mas ainda guarda a honra e a força do passado. Todas as forças de Mansur são disciplinadas da mesma maneira que há dois mil e quinhentos anos atrás.
As estratégias de guerra antigas agora são usadas somente em repressões da multidão.