07/06/2007
Adicionado a página inicial de Svein.
01/06/2007
Adicionada a página Acordo para extração de Petróleo em Svein ao site.
01/06/2007
Adicionada a página sobre a Base Militar de Al-Parrazon/Sion em Svein ao site.
25/05/2007
Adicionada a página Dinastia Belvedere à Página de Namaster.
07/04/2007
Adicionada a página Economia de Noyarsky.
04/04/2007
Adicionada a página inicial de Noyarsky e a página do Governo de Noyarsky.
19/01/2007
Adicionado um artigo sobre a História de Zenkai.
19/01/2007
Adicionado um artigo sobre a História de Xian.
18/01/2007
Adicionado a página inicial de Simea.
O Mandarim foi introduzido em Zenkai a mais de 1500 atrás com a cultura xianêsa. Os zenys adotaram os ideogramas xianêsa utilizando o mesmo caracter para representar um objeto ou uma determinada idéia, mas conservando a pronúncia zeny. Posteriormente, foram incorporados símbolos com a pronúncia original xianêsa, em especial para formar novas palavras compostas. Em outros casos utilizaram somente a fonética do caracter para representar determinadas sílabas zeny. A escrita desses caracteres do tipo fonético foi sendo simplificado dando origem aos Kanas (alfabéto silabário exclusivamente zeny). O zeny moderno utiliza duas formas de escrita:
Os Kanji são usados para escrever a raiz de palavras, as palavras compostas e os nomes próprios.
Um dos motivos para que se conserve este tipo de escrita é por ser o zeny um idioma rico em vocábulos, mas pobre foneticamente. Possui palavras simples para expressar conceitos que em outras linguas são necessárias duas ou mais palavras. Por exemplo, irmão mais velho = "ANI"; arroz cozido = "GOHAN", etc. Por outro lado, um fonema como "KOO" pode chegar a ter 60 significados completamente diferentes, mas que são distinguidos na escrita por diferentes caracteres. A palavra "KAERU", por exemplo, pode significar: sapo/ voltar, regressar/ mudar, transformar/ trocar. Por isso o uso de um outro alfabeto dificultaria enormemente a compreensão da língua zeny escrita.
Em Zenkai, os primeiros nove anos de escolaridade são gratuitos e obrigatórios, tendo as crianças que freqüentar seis anos de ensino elementar, seguidos de três anos de ensino médio inferior. As crianças começam aprendendo Hiragana e Katakana e pouco a pouco os caracteres xianês. Durante os seis anos de ensino elementar são ensinados 996 Kanji. Ao final do ensino secundário inferior as crianças já têm conhecimento de todos os caracteres. Noventa por cento dos estudantes que completam os nove anos de escolaridade obrigatória, prosseguem os seus estudos no ensino secundário superior durante três anos, onde aprende mais Kanji. Aqueles que vão para as universidades têm oportunidade de conhecer Kanji que aparecem quase que somente na literatura técnica.
Os zenys utilizaram alguns caracteres xianês e aproveitando sua fonética, criaram um alfabeto silabário: os Kanas. Parece que foi utilizado pela primeira vez no século VIII, época de florescimento da literatura zeny quando se destacaram várias mulheres no campo da poesia. Existe uma versão de que foram as mulheres que simplificaram a escrita, tendendo a um tipo de escrita mais cursiva e eliminando certos traços. Por sua forma simples e plana se chamou Hiragana. Paralelo a este silabário se desenvolveu o Katakana, mais retilíneo e anguloso.O Hiragana se formou por evolução, o Katakana por abreviação.
Atualmente o Hiragana é usado para escrever partículas, sufixos e prefixos necessários para a declinação e conjugação de palavras. O Katakana, em telegramas. Nos jornais e livros é empregado para transcrever nomes ocidentais, palavras de origem estrangeira, onomatopéia, etc.
O haikai é uma pequena poesia com métrica e molde orientais, surgida no século XVI, muito difundida em Zenkai e vem se espalhando por todo o mundo durante este século. Com fundamento na observação e contemplação enfatizando o sentimento natural e milenar de apreciação da natureza através da arte, sentimento este inerente a todo o ser humano. O mais tradicional poeta deste estilo é Matsuo Basho, monge Zen que aperfeiçoou o estilo e divulgou suas obras no final do século XVII.
As vantagens sobre o estudo e disciplina na escrita e apreciação de haikais são infindáveis. Áreas da vida como percepção, concentração, escrita em geral, comunicação, relacionamentos, intuição, autoconhecimento, meditação, expressão e gosto estético são afetadas e desenvolvidas de forma surpreendente e enigmática por quem entende e participa do haikai.
É uma forma pura de poesia que possui uma longa história que retoma a harmonia da filosofia espiritualista e o simbolismo taoísta dos místicos orientais e mestres zen-budistas, que expressam muito de seus pensamentos e ensinamentos na forma de mitos, símbolos, paradoxos e imagens poéticas. Isto se deve à tentativa de transcender a limitação imposta pela linguagem usual e pelo pensamento linear e científico, que trata a natureza com fórmulas e o próprio ser humano como máquina.
Esta antiga forma poética permanece hoje revelando a sensibilidade dos poetas na busca da essência da natureza, no íntimo de todas as coisas de forma simples, sutil e artística. Seu pequeno tamanho está relacionado com a busca da unidade de forma compacta, com o foco e com o fato de que é mais fácil transmitir, lembrar e reviver rapidamente as impressões em poemas curtos.
O objetivo do haikai é capturar a essência do local numa poesia contemplativa com grande valorização nos contrastes, na transformação e dinâmica, nas cores, nas estações do ano, na união com a natureza, no momento passageiro versus eternidade (ruptura do contínuo) e no elemento de surpresa. O prazer está nos contrastes, nos jogos da luz e da sombra da realidade e dos sonhos e do misterio. Está justamente na interseção entre o que é conhecido e lógico e o desconhecido. A beleza está no equilíbrio das partes. A visão da eternidade e unidade que existe nas coisas e na natureza como um todo é encontrada na observação de cada um dos múltiplos momentos passageiros que a compõe.
Ao sol da manhã
uma gota de orvalho
precioso diamante.
-Matsuo Basho (1644-1694)
Matsuo Basho Ryushi Issa
Quietude
O barulho do pássaro
Pisando em folhas secas.
-Ryushi
Passo a passo
sobre a montanha no verão
de repente o mar.
-Issa (1763-1827)
Já é primavera:
Uma colina sem nome
Sob a névoa da manhã.
-Matsuo Basho