Atualizações:

07/06/2007
Adicionado a página inicial de Svein.

01/06/2007
Adicionada a página Acordo para extração de Petróleo em Svein ao site.

01/06/2007
Adicionada a página sobre a Base Militar de Al-Parrazon/Sion em Svein ao site.

25/05/2007
Adicionada a página Dinastia Belvedere à Página de Namaster.

07/04/2007
Adicionada a página Economia de Noyarsky.

04/04/2007
Adicionada a página inicial de Noyarsky e a página do Governo de Noyarsky.

19/01/2007
Adicionado um artigo sobre a História de Zenkai.

19/01/2007
Adicionado um artigo sobre a História de Xian.

18/01/2007
Adicionado a página inicial de Simea.

Estatuto Científico de Praëtor

O Estatuto Científico de Praëtor, adotado pela maior parte dos países do continente, instituí uma forma de governo bastante parecido com a Democracia aplicada em outros países de Harkadya. Basicamente, ele representa o fim da monarquia e de qualquer outro tipo de tirania nos países Aka-Marianos.

Todo país que segue o Estatuto Científico de Praëtor elege seus representantes, que são denominados em Al-Parrazon de Conselheiros. O número e a posição de cada conselheiro depende exclusivamente do tamanho da população e das necessidades de cada país. Em Al-Parrazon, existem 132 Conselheiros, incluindo os seguintes cargos, entre outros:

  • Alto Conselheiro – Líder do Conselho e supervisor das Dumas Regionais
  • Conselheiro de Assuntos Militares e Pesquisas Inovadoras
  • Conselheiro de Economia Externa e Assuntos Diplomáticos
  • Conselheiro de Informações e Cultura Al-Parroziana
  • Conselheiro de Energia e Eletrônica
  • Conselheiro de Computação
  • Conselheiro de Eugenia
  • Conselheiro de Assuntos Industriais
  • Conselheiro de Economia Interna e Manifestações de Massa
  • Conselheiro de Política Interna
  • Conselheiros Regionais das Dumas

Não existe uma data pré-estabelecida para a realização de novas eleições, sendo estas feitas esporadicamente, conforme o povo julga necessário

Marianismo

O Marianismo é uma forma de ideologia totalitária (mas não ditatorial) baseada no princípio da "Raça Mariana", ou seja, na superioridade individual das raças através de sua coesão interna e na repressão da procriação cruzada entre raças diferentes. Este princípio apresenta uma lógica impecável – a escolha de seus parceiros, de acordo com características genéticas favoráveis, dentro de um nicho genético específico, favorece o desenvolvimento da raça como um todo, e limita o aparecimento de defeitos e doenças genéticas que são destrutivos tanto para o governo, que deverá gastar mais em saúde para manter a população saudável, quanto para a própria raça, que tornar-se-á miscigenada a ponto de perder sua coesão e identidade única.

Ainda que para diversas pessoas o Marianismo possa parecer uma forma de racismo, ela não o é. Nada é dito no Marianismo contra a interação social e econômica de diversas raças e nacionalidades, sendo estas inclusive encorajadas, pois a diversidade de idéias incentiva a criatividade e a inventividade. No entanto, um dos passos cruciais do Marianismo é sim o princípio da Eugenia, sendo diversas leis promulgadas para dificultar o cruzamento interracial.

Como ideologia, o Marianismo traz consigo diversas teorias econômicas importantes. O primeiro ponto do Marianismo é o uso das características fortes das raças em suas atividades laborais. Isto quer dizer que, como as raças possuem sua própria identidade, sendo homogêneas, propriedades próprias de cada raça devem ser levadas em consideração durante o processo produtivo. Por exemplo, Aka-Marianos possuem uma boa força física e capacidade intelectual elevada, mas baixa adaptabilidade e dificuldade de seguir ordens que não lhes forem absolutamente lógicas. Desta maneira, escolhe-se os Aka-Marianos para cargos onde a força física e a inteligência sejam importantes, como nos cargos de pesquisa e produção. Já humanos, sendo mais fracos porém adaptáveis, são delegadas funções de coordenação e relações interpessoais.

O Marianismo é o grande responsável pelo sucesso de Al-Parrazon como nação desenvolvida, e é visto por muitas nações como um modelo de administração a ser seguido para se alcançar a qualidade de vida que só Praëtor apresenta.

Guerra da Mudança

A Guerra da Mudança foi o período de guerra civil em Al-Parrazon que durou entre 380 e 402 D.Q., e pôs fim ao Plano de Eugenia #13. O motivo de tal ação foi o texto, extremamente ilógico, mas aprovado pelo conselho, que dizia:

"Nenhum não-Al-Parroziano poderá se relacionar com Al-Parrozianos. A identidade da Segunda Casa não pode ser maculada por Aka-Marianos de segunda linha, que não possuam o sangue nobre dos Al-Parrozianos. Assim, todo não-Al-Parroziano ou aqueles cujo sangue seja misto, deverá sair de Al-Parrazon.

Assim diz o Plano de Eugenia #13"

Como todos sabem, Aka-Marianos possuem o mesmo sangue, apesar das diferenças entre as casas. Deste modo, uma guerra civil tomou conta de Al-Parrazon, causando danos e perda de vidas por mais de 18 anos. No final, a racionalidade prevaleceu, e o Plano de Eugenia #13 foi derrubado.

Voltar para a Página Anterior



Banner do Portal Myth2 Brasil

© 2006-2007 Harkadya - Todos os direitos reservados - Criação por MOAI