Atualizações:

07/06/2007
Adicionado a página inicial de Svein.

01/06/2007
Adicionada a página Acordo para extração de Petróleo em Svein ao site.

01/06/2007
Adicionada a página sobre a Base Militar de Al-Parrazon/Sion em Svein ao site.

25/05/2007
Adicionada a página Dinastia Belvedere à Página de Namaster.

07/04/2007
Adicionada a página Economia de Noyarsky.

04/04/2007
Adicionada a página inicial de Noyarsky e a página do Governo de Noyarsky.

19/01/2007
Adicionado um artigo sobre a História de Zenkai.

19/01/2007
Adicionado um artigo sobre a História de Xian.

18/01/2007
Adicionado a página inicial de Simea.

Continente de Daelos

Os países que o continente de Daelos comporta são:


Aleira | Aligna | Arhuss | Bascia | Braüer | Dargo | Godonwitz | Horos | Jourovon | Kinnit | Kostromotov | Mansur | Namaster | Norlanty | Noyarsky | Saltz | Simea | Svein | Vodkah | Yaroslav

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História do Continente de Daelos:

Daelos é um continente plural, com várias histórias e vários focos de poder através do tempo. Com inúmeras influências internas e externas, a sua diversidade contemporânea é reflexo natural de sua história.

Início histórico:

Apesar de desencontros acerca dos primeiros povoamentos daelianos, sabe-se que os primeiros focos civilizacionais formaram-se na região central do continente (atual Bascia e Namaster), região de altiplanos férteis e diversidade de fauna e flora. Alguns pequenos reinos surgiram na região, mas eram inexpressivos, e eram rapidamente engolidos ou destruidos pelos vizinhos.

Reino de Molia


Criação:

Enquanto os Estados do centro lutavam pelo controle do centro de Daelos, um grupo de colonizadores se assentou no leste, nas planícies. Ali, no ano de 2215 A.Q., fundou-se a cidade de Molia que, por estar longe dos reinos belicosos, pôde crescer em relativa paz. Pessoas de vários reinos passaram a migrar para Molia em busca dessa paz, e em pouco tempo a cidade era um grande centro urbano, com uma agricultura avançada e despontamento científico e cultural, graças à influência de diversas partes. A fundação de cidade menores em volta fez de Molia um reino forte, e quando um dos reinos centrais teve a mesma idéia de se assentar no litoral, tentou conquistar Molia e foi facilmente derrotada, por mais que tivesse uma tecnologia bélica superior.

A expansão litorânea

A vitória sobre o agressor, em 2199 A.Q., deu a Molia confiança para expandir fronteiras, e colonizadores molianos fundaram cidades por todo o litoral. A primeira grande conquista moliana se deu no fim do século XXII AQ, quando o reino de Tanthros foi conquistado. Em alguns séculos, Molia era a capital de um reino influente no leste, com muitas cidades importantes e, por ter que sempre se defender de reinos centrais, tinha uma avançada tecnologia de proteção, mas não de guerra.

Além da influência política e ligeira invulnerabilidade militar, Molia era uma cidade culturamente rica. A religião politeísta foi amplamente divulgada pelo continente, e a produção filosófica e científica era notavelmente superior aos outros estados daelianos.

A cidade de Molia, aliás, era a maior metrópole continental e, talvez, do mundo. Milhares de pessoas trafegavam pelas ruas barulhentas da grande metrópole.

O controle do leste

Com controle sobre sua região e gozando de estabilidade, Molia finalmente optou por invadir os territórios centrais. Primeiro porque era uma região fértil e, depois, porque ao controlar a região, os pequenos reinos que teimavam em invadir Molia seriam erradicados. Assim, nos 30 anos das Batalhas de Edros (1792 AQ – 1762 A.Q.) - Edros era o nome do primeiro reino invadido, e acabou dando o nome para a invasão inteira -, Molia conseguiu conquistar todas as pequenas cidades e os vastos campos e florestas do Altiplano que, depois, foi nomeado Planalto de Edros e, finalmente, Planalto Central.

A aliança de Esperia

Enquanto os reinos centrais tentavam, sem sucesso, vencer os molianos, algumas cidades a oeste do continente tinham conseguido uma ligeira supremacia em seus territórios. Ela não buscavam invadir as regiões centrais - até porque a geografia do continente tornava uma invasão ao planalto muito custosa. Eles se desenvolveram no oeste, mesmo, aprendendo a cooperar e viver em paz. Até que tiveram que lidar com a cresente dominação do Reino de Molia.

A Aliança

Por volta de 1380 A.Q., o Rei de Molia, Simos Magnos, encontrou as novas terras para o oeste, e, cobiçado, montou exércitos expedicionários. Os ocidentais receberam a expedição como ofensa e atacaram as tropas molianas. Simos Magnos decidiu, com fins sanitários, conquistar a região ocidental. Enviou homens para além dos planaltos e florestas e começou a conquistar cidades marginais ao Reino de Molia. Os pequenos reinos ocidentais, assustados com tantos homens organizados e dispostos, foram perdendo terras rapidamente. Foi quando um dos reis - Vinicius Claetor de Esperia - chamou mais de 15 regentes dos pequenos estados do oeste e deu a idéia de fusão dos reinos, para rechaçar a ameaça violenta do leste. A Aliança de Esperia.

Guerra de Molia

A Aliança de Esperia colocou várias cidades e exércitos unidos contra o opositor. A guerra durou vários anos – entre 1363 A.Q. e 1151 A.Q. -, e consumiu esforços incontáveis dos dois lados. Após quase 200 anos de combates, os molianos começaram a ceder, pois a batalha era longe de sua capital, e manter a linha de batalha do outro lado do continente era por demasiado custoso. O rei moliano, Héracles, buscou então acertar a paz, prometendo não invadir mais a Aliança de Esperia, e reconhecia uma fronteira para os territórios da Aliança.

Ruína de Molia

A guerra não só foi um fracasso, como usou vários recursos do outrora grande Reino de Molia. Agora a cidade de Molia estava pobre e mais vazia, por causa dos intensos deslocamentos de soldados para o oeste. As cidades do Reino que ficavam próximas à linha de batalha estavam destruídas, pelo fogo de catapultas e invasões e saques. O rei Hermes Heráclios, filho de Héracles, percebeu tarde demais a herança da guerra, e tentou desesperadamente angariar fundos para reconstruir a infra-estrutura real. Mas essa reconstrução implicava em dinheiro dos súditos, que estavam pobres ou mortos nos campos de batalha. Os sobreviventes haviam abandonado as cidades, e passaram a viver na agricultura dos planaltos. E os que viviam nas cidades eram claramente contra o reino e seu legado. Hermes foi assassinado em sua casa, com sua família por militares gananciosos. Sem herdeiros, o Reino ficaria com o general mais influente mas, para não haver grandes disputas, Molia acabou dividida entre os generais. Num espaço de 300 anos, todos os reinos que não foram conquistados por outros morreram sozinhos.

O governo de Victor Lactius

Victor Lactius assumiu o comando do reino de Esperia em 1101 A.Q., 50 anos após a guerra de Molia, quando a Aliança não tinha mais motivos para existir. Vários reis já haviam retirado as flâmulas da Aliança de seus prédios, o que praticamente findava a existência dela.

Mas Victor Lactius lutou para manter a Aliança em pé. Ele acreditava que a convivência política entre os povos do oeste, que funcionou por longos 200 anos, não deveria ser destacada no melhor dos momentos, e defendeu a união para comércio e exploração territorial e marítima. Alguns reis não voltaram atrás, mas vários dos representantes aliados optaram pela permanência da Aliança, que foi reformulada e re-fundada em 1098 A.Q.. Ela ganhou um status de Império, que seria dividido em diversos reinos. Apesar de ser apenas chamada Aliança pelos seus contemporâneos, Esperia se tornou um vigoroso Império plural e complexo.

O que distinguia-se nas ações de Victor Lactius era a sua diplomacia, por um lado, e sua intensa vingança e ganância por territórios, por outro. Os reis que negaram a manutenção da Aliança foram conquistados mais tarde, e seus reinos foram reocupados por reis favoráveis ao novo Império. Pouco antes de morrer, Victor Lactius também resolve alterar o nome do Império, para Império Mansur. Ele acreditava que chamar de Esperia seria ignorar os outros aliados. Com um nome neutro, ninguém se sentiria excluido.

Imperius Universalis

Por quase três séculos, Esperia evoluiu de uma pequena cidade fluvial para um imponente centro comercial e administrativo, com pessoas de todos os povos e culturas e credos. Foi nesse meio tempo que nasceu, timidamente, o Universalismo, doutrina religiosa que pregava a criação do universo por um deus, e este mesmo criara outros deuses e, finalmente, os homens e outros seres do planeta. Era chamado de Universalismo porque explicava a criação do tudo (universus), e aceitava o universo dos homens como o "planeta" Daelos.

Nestor Lactius, fervoroso crente do Universalismo, a instituiu como religião oficial de Mansur em 786 AQ. Nestor foi o responsável por propagar a religião por todo império e, não só isso, pregou também a criação do Imperius Universalis, um grande império que seria responsável por todo o universo dos homens seres de Daelos. Criando expedições e, depois, exércitos, Nestor começou a conquistar Daelos central, o norte de Daelos e, finalmente, o leste. Mansur engoliu os antigos territórios molianos, tornando-se, praticamente, o único estado soberano em Daelos - O Imperius Universalis.

A Guerra Contra os Arthurianos


Invasão Arthuriana

A descoberta de terras além do Oceano Torbulectus chamou a atenção do Império. O problema era a imensa travessia, que era custosa. Os mansures nunca se interessaram pelas novas terras, inicialmente. Ao contrário, os interessados foram os arthurianos.

Uma enorme frota de navios arthurianos desembarcou em Daelos em 487 A.Q., reclamando territórios no extremo leste do império. Territórios de Batlaor foram anexados pelos arthurianos, e na região fundou-se a colônia arthuriana de Dragxtor. A colônia estrangeira chegou a enfrentar a província de Molia, mas os molianos conseguiram rechaçar os ataques.

Diversas tentativas de reconquista do território foram feitas. Muitas fracassaram. Outras tomaram territórios e os perdiam em alguns meses. Até que, em 457 A.Q., uma grande investida foi armada, partindo de Molia. Frotas mercenárias e navios de comerciantes do ocidente foram deslocadas, e fizeram um cerco à colônia de Dragxtor, impedindo a chegada de ajuda militar.

Finalmente, uma grande invasão foi posta em prática, dominando pequenas cidades com rapidez. Após um cerco de quase três meses na capital da colônia, os arthurianos cederam as defesas, e foram invadidos.

Guerras Marítimas e o Armistício

Após a retomada de territórios da província de Batlaor, os mansures tentaram enfrentar os arthurianos no mar, para retirá-los do litoral daeliano. A batalha foi longa, pois era, freqüentemente travada no meio do Oceano Torbulectus. O constante naufrágio de frotas inteiras alongou as guerras em quase 200 anos, em que os mansures às vezes tentavam chegar em águas arthurianas e eram atacados, ou vice-versa. Após anos, os arthurianos e os mansures concordaram em um armistício, celebrado em 296 A.Q., que garantia que, até segunda ordem, nenhum dos lados atacaria o outro.

Quebra do Armistício e Invasão de Alcarin

Em 192 A.Q., navios comerciantes mansures naufragaram, enquanto navegavam de Molia para o sul de Daelos. Apesar de indícios de naufrágio por tempestade, o Imperador Augustus Segundus viu uma conspiração, e, após série de investigações que não tiveram nenhuma conclusão concreta, culpou os arthurianos. Em 191 A.Q., o Imperador juntou uma poderosa frota naval, que esteve sendo preparada durante todo o armistício, e declarou guerra aos arthurianos. Nas primeiras semanas de 190 A.Q., um enorme contingente militar deixava a cidade de Molia, para aportar, 3 meses depois, em Alcarin. A ilha foi invadida com pouca dificuldade, e antes do fim de 190 A.Q., já estava sob o controle do general Ângelus Preiicupus.

Após a invasão rápida, Alcarin passou e sar usada como trampolim para novas invasões. Os mansures se aproveitaram das sensíveis diferenças internas que Arthurun sofria, pois revoltosos buscavam independência política. Desestruturados para conseguir contra-atacar, o império arthuriano não invadiu Alcarin. Ao contrário, só mobilizava homens quando os mansures invadiam Valholl, a maior das ilhas arthurianas.

Foram os rebeldes que se ocuparam de vencer os mansures. Em 166 A.Q., finalmente, os mansures foram invadidos em Alcarin. A invasão foi surpreendente, pois o general Preiicupus não esperava uma iniciativa dos rebeldes. Durante mais de 15 anos Preiicupus tentou vencer os arthurianos, mas eles estavam mais preparados para a batalha. O cerco à cidade, finalmente, fez os ocupantes mansures passarem a sofrer o frio e a falta de alimentos em Alcarin. Em 150 A.Q., finalmente, o general Preiicupus negociou a rendição de seus homens. Eles poderiam retornar a salvo para Daelos, e o Imperador declararia o fim da guerra. Após o acordo, Preiicupus se suicidou.

Revoltas e Independências - O Fim de Mansur

Durante séculos, Mansur se manteve no poder, chegando inclusive a encontrar novas terras no planeta. Mas o sistema econômico de Mansur passou a se desfragmentar com essa colonização. Cidades e reinos do oeste, próximos do continente do Salém, se estapeavam pela disputa de influências mercantis, enquanto as cidades do leste buscavam a supremacia econômica continental. Apesar de ter uma fachada unida, o Império Mansur começava a se esfarelar, pois o continente era muito grande para o controle de uma cidade só. A primeira grande dissidência, todavia, não foi por motivos econômicos. Em 77 A.Q., o grão-mestre de Aleira, um jovem porto marítimo no noroeste de Daelos, teve um problema político interno (quando mandou enforcar em praça pública um jovem, que era conhecido por muitos), e a população, revoltada, passou a exigir o fim do seu comando na cidade e no estado de Aleira.

A revolta tomou proporções assustadoras, e alguns comerciantes, animados com a hipótese de poder lutar contra políticas econômicas que o Imperador impusera, se juntaram na revolta. A cidade de Aleira se tornou um grande campo de batalha, onde os revoltosos não desistiam. Na Manobra de Formanto, os revoltosos conseguiram isolar um destacamento do exército, colocando eles sozinhos em um desfiladeiro e fechando estradas que lhes davam comida e armas. O apoio marítimo dos comerciantes foi crucial, porque as galeras mansures não penetravam a barreira sólida naval. Outras cidades vizinhas também ficaram contra o Império quando um grupo de revoltos foi capturado, e uma líder deles, Luiza, foi decapitada no centro de Esperia. O tiro saiu pela culatra e, vencido, o Imperador Caius Terceirus declarou o fim da guerra, e deu a independência de Aleira em 58 A.Q.. Era o início do fim para os mansures.

Logo, alguns reinos menores buscaram a independência de Esperia, almejando liberdade na colonização em Salém e em Taoshinen (que nunca foi duradoura) ou independência política e econômica. O golpe de misericórdia foi em 31 A.Q., no assassinato de Caius Cuartus, jovem imperador que não tinha filhos. Esperia caiu em um regime militar, mas o exército mansure estava fraco, depois das revoltas. A anarquia engoliu o império e, estado por estado, Mansur foi perdendo membros. A República Esperi foi anunciada e, como primeiro ato, o Mestre Piso Arquelius declarou o fim do Imperius Universalis, e o fim da Aliança de Esperia. Em Daelos, agora, valia a regra do "cada um por si".

Importante lembrar que foi a partir da queda do Império Mansur que o calendário atual passou a ser contado. O ano Zero tem como início o dia Primeiro de Janeiro que antecedeu a declaração da República Esperi e o fim de Mansur. Isso foi usado pelos daelianos de início e, mais tarde, pelo mundo inteiro.

Império de Namaster

Anos depois da queda de Mansur, Daelos mergulhou em séculos de desorganização política, onde os estados que se formavam buscavam a independência e a afirmação de sua soberania. Alguns estados, mais poderosos, tentavam estender sua supremacia, e às vezes entravam em guerras pelo poder.

Forte de Nam

O Forte de Nam era uma construção, erguida há quase dois milênios pelos molianos para terem visão dos movimentos na grande Planície Central e, em caso de investida, poderem usá-la para ataque. Quando a Aliança de Esperia conquistou o Forte, usou-o para atacar o Reino de Molia. Com a instauração do Império de Mansur e a relativa paz na região, o Forte de Nam perdeu, por muito tempo, seu uso de fortaleza militar, e foi se transformando em cidadela, numa região fértil e com uma população considerável. Aos poucos, em torno do forte, formou-se uma grande cidade, que foi tomando dimensões cada vez maiores. Por várias vezes, Nam foi invadida e conquistada por outros reinos e povos, que viam a cidade com bons olhos e a usavam como plataforma, para invasões em outros locais. Nam sofreu forte influência, então, destes povos. Ela se tornava uma cidade distinta das outras de sua região, pois era grande, importante, miscigenada e com considerável força militar.

Independência de Nam e Fundação de Namaster

Em 480 D.Q., o rei do Império de Bokaros (que, na época, dominava a cidade de Nam) tentou impor pesados impostos sobre Nam, cobrando sobre alimentos que eles comiam. A população, incitada por alguns idealistas, foram contra a imposição, pois era claro que Nam era a cidade que mais produzia alimentos, e que ela abastecia todo o Império. Como o rei não atendeu às demandas de fim dos impostos, a população estocou o máximo de comida que pôde, ateou fogo nas plantações e se fechou em Nam. Após matar os soldados que foram contra a proposta, o ancião-chefe de Nam, Pirre Fors, proclamou a independência da cidade e a posterior fundação de um novo reino, comandado por Nam. O Reino de Namaster, como seria conhecido, "será mais poderoso que qualquer outro reino já feito pelos humanos!".

A Consolidação do novo Reino

Após derrotar várias tropas de Bokaros, que buscaram a reanexação de Nam, os cidadãos contra-atacaram, invadindo três pequenas cidades de Bokaros. Logo depois, emboscaram um exército que marchava em direção à cidade, e assassinaram o general do exército.

Em 502 D.Q. o Império de Bokaros caiu perante Namaster. O palácio do imperador foi destruído, e seus assessores foram condenados à morte por enforcamento, em praça pública. Namaster, todavia, manteve seu ímpeto de conquista e, em alguns anos, tinha dominado boa parte de sua região, e chegado ao Oceano Torbulectus, no leste do continente. Com acordos assinados entre alguns reinos menores, no oeste, Namaster pôde garantir ligeira paz no ocidente, enquanto se preocupava em conquistar cidades no leste do continente. Em 600 D.Q., Nam comandava aproximadamente 30% do norte de Daelos, e tornava-se a cidade mais influente no continente.

Acordos Marítimos de Fleriont

Por causa dos acordos de paz realizados com os reinos menores no ocidente, Namaster viu-se impossibilitada de exercer conquista para além do Planalto Central. O Rei de Namaster, Ricard de Vellanie (Ricard I), tinha intensa cobiça nas enormes riquezas que vinham de Salém e Taoshinen, mas sempre que tentava uma nova empreitada militar para conquistar o ocidente, via-se isolada contra muitos reinos. Assim, invasões ao oeste não poderiam ser usadas. A solução encontrada por Ricard I foi um acordo de exploração com os comerciantes. Os Acordos Marítimos, assinados na cidade de Fleriont entre 625 D.Q. e 710 D.Q., faziam dos comerciantes uma grande confederação comercial, que seria patrocinada por Namaster. Em troca, os comerciantes teriam que cuidar da Marinha namastere e fornecer bens salemitas a custos baixos. Graças aos acordos, Fleriont, que era a cidade que conectava as frotas comerciais dos dois lados do continente, se tornou uma enorme cidade, com o maior porto do continente. Em 785 D.Q., Fleriont foi comprada pelo rei de Namaster, porque ela tinha se tornado alvo de muitos criminosos, e o rei se prontificou a proteger a cidade e dar maior cobertura nos portos.

Região sul de Daelos


Introdução

A região sul de Daelos sempre teve uma história separada do resto do continente em razão das altas montanhas que se localizam na região central de Saltz e Yaroslav e isolam a região do resto continente. A população atual descende de humanos que vieram exilados de Praëtor em razão do expurgo, evento que criou uma grande magoa e “revanchismo” das etnias que viriam a se formar na região (Drutsch, Witzens e Povsks ). Esses humanos ao chegarem a região encontraram um cenário desértico devido seu relevo montanhoso, somente na região que atualmente é o norte de Kostromotov que encontraram um povo de estatura baixa e com grande massa corporal (povo que não se tem registro por terem sido exterminados pelos humanos), esses nativos tentaram resistir mas sua condição física não conseguia competir com a dos invasores. Assim começou a formação da história do sudeste de Daelos.

Inicio da Colonização:

Após conseguirem estabelecer sua supremacia sobre os nativos, os humanos começaram a se organizar em grupos nômades (foram esses grupos que deram origem às 3 maiores etnias da região, que são os Drutsch (Braüer e Saltz), Witzens (Godonwitz) e Povsks(Kostromotov, Vodkah e Yaroslav). Os Povsks, por terem continuado nas terras baixas, foram os primeiros a se sedentarizar. A primeira cidade Povsk é datada de 3.400 A.Q e localizada no norte do atual Kostromotov.

Formação dos 2 grandes impérios:


Imperio Düster:

Como citamos acima, os Povsk foram os primeiros a fundar uma cidade na região, porém foram os Drutsch a criarem uma cidade a alcançar um certo prestígio. Hoje onde é a cidade de Main-Huss, no litoral de Braüer, floresceu o império Düster, a cidade de Düster foi fundada por Drutschs nômades vindos do sul no ano de 3.000 A.Q. A cidade de Düster inicialmente era mais um aglomerado de fazendas onde cada família tinha sua propriedade e obedecia a um líder que era chamado de Rawir, porém no ano de 2.566 A.Q. Witzens que vinham das montanhas e tribos Povsks invadiram a cidade de Düster e a dominaram por um período de 200 anos.

Nestes 200 anos a cidade teve um grande avanço, passou de predominância rural a um grande centro comercial onde comerciantes das cidades do sul (Povsks) e reinos de Praëtor vinham fazer negócios, isso foi fortalecendo cada vez mais a maioria Drutschs da cidade que se revoltou com as duas outras etnias e voltou a tomar o controle da cidade no ano de 2.301 A.Q, os Drutschs ao assumirem o poder começaram a militarizar a cidade, todo cidadão era obrigado a fazer um treinamento militar e todo aquele não apto para batalha deveria ser morto ou exilado (doentes mentais, físicos ou covardes). Com o militarismo em alta os Düters começaram a ambicionar o controle de duas cidades vizinhas, Vinna e Gotts, ambas portos comerciais. Em 2.278 A.Q. com a ascensão do Quaser (monarca Düster) Friedch Die Grotten a idéia de formar exércitos para invadir a duas cidades vizinhas ganhou força, e um ano depois o Quaser Friedch a frente das tropas Düsters derrotou os Vinnanses assim acabando com a resistência da ultima vizinha e fundando o Reich Düster. O Reich logo se expandiu fundando colônias onde atualmente fica a cidade de Wilhelm, Armeeburg, Portburg, Braüerburg, Auwitz, Collone, Laüer e Saltzburg.

Império Lupov:

O império Lupov foi formado inicialmente por cidades-estados livres que tinham entre si um pacto militar e comercial, além da cultura e etnia Povsk, as primeiras cidades desses império foi fundada no século XXXIV A.Q..

O império Lupov era formado por cidades com uma economia voltada ao comércio e com grande desenvolvimento na infraestrutura urbana, porém eram péssimos militares. No ano de 1.998 A.Q. o rei Islov IV líder da cidade-estado de Brinsck (a mais avançada das cidades-estados de Lupov) recebendo as notícias do recém-criado Império Düster e de suas conquistas militares e vendo a fragilidade militar e a desunião que estava entre as cidades Povsk decidiu que iria criar o grande Império Lupov. Para isso criou uma confederação para enfrentar a cidade Witzen de Wasser. A guerra contra Wasser foi terrível, muitas mortes de ambos os lados, em 1.940 o filho de Islov IV, Vladimir I assinou um acordo de paz com a cidade de Wasser, as cidades Povsks vendo que seriam mais fortes se tivessem um governo centralizado, elegeram Vladimir I filho de Islov IV e novo rei de Brinsck.

Ficou decidido que quando morresse algum soberan haveria uma eleição entre os chefes das cidades para eleger um novo rei e assim continuou sendo até o declínio do império em 523 A.Q.

Regiao Norte de Daelos


Pré-História

Ruínas em colinas no centro-sul do país indicam a presença humana na região desde 5.000 a.Q. Acredita-se que eram nômades se estabelecendo em regiões férteis do norte de Daelos. Pequenas povoações que viviam do pastoreio e atividade agrícola em pequenas áreas logo ficou ligada por uma identidade cultural única.

Império Moliano


Invasão Moliana

Por volta do ano 2.200 a.Q. o Império Moliano invadiu as terras ao norte de seu império. O povo local não ofereceu muita resistência, já que não tinham tradição guerreira. Logo eles passaram a fazer parte da economia moliana mas sem assimilação cultural. Esse povo foi chamado pelo povo moliano de Alignos (aliados, já que eles eram muito prestativos).

Os anos seguintes foram de prosperidade. Várias das cidades experimentaram expansão. As cidades litorâneas se dedicaram ao comércio e à navegação de cabotagem. As cidades do centro forneciam alimento ao litoral e ao império de Molia. Tudo, claro, sob tributos até aceitáveis, o que permitiu uma convivência pacífica. Como eram muito prestativos, os alignos não receberam muitos imigrantes e até mantinham governo próprio.

Durante as Batalhas (1792 a.Q.-1762 a.Q.) de Edros os alignos forneceram principalmente suprimentos, a pesar de mandar soldados também, estes, no entanto, não eram muito conhecidos pela bravura, por isso o Império Moliano preferiu mantê-los como fornecedores de suprimentos, evitando que muitos homens saíssem como soldados e a produção caísse.

Em 1363 a.Q., entretanto, iniciou-se uma guerra de maiores proporções. As vitórioas iniciais até mantiveram o status dos alignos. Entretanto foi só a Aliança de Esperia começar a ter as suas que os molianos mudaram de idéia. Precisando cada vez de mais soldados, não só parte da indústria aligna foi convertida em bélica, como também homens começaram a ser convocados para o exército. Dessa forma, já no último terço os alignos já experimentavam uma falta de homens para manter as funções do estado. A natalidade caiu e as cidades começaram a ficar mais vazias. Muito da população foi pro campo para produzir suprimentos para o império. Assim, ao fim da guerra, a província de Aligna estava vazia e com a produção comprometida.

Império Mansure

Com a desestruturação do Império de Molia, as regiões alignas ficaram mais separadas umas das outras e do póprio resto do império. Já por volta de 780 a.Q., doi a vez de Mansur invadir a região. A exemplo de antes, não houve muita resistência. Os alignos (os mansures adotaram o nome usado pelos molianos e os próprios alignos passaram a se autodenominar assim já que assimilaram a língua moliana), separados e sem tradição militar preferiram oferecer tributos, a exemplo do que fizeram com os molianos, mantendo, assim, a identidade cultural e o governo próprio.

Com a invasão arthuriana, em 487 a.Q, alguns postos militares foram estabelecidos de forma a dar apoio às forças que iriam lutar contra os invasores. E, depois, com a guerra marítima, Aligna foi um importante posto de reabastecimento e mesmo de construção de navios para a frota Moliana. Mas, mesmo assim, o aumento nos impostos desgastou a população e a imagem do império. Com o fim da guerra, houve logo uma redução nos tributos pagos, o que aliviou a tensão da população.

Entretanto a nova guerra trouxe de volta o aumento nos impostos. Os alignos ficaram menos prestativos, de forma que os suprimentos vindos da região começaram a diminuir. Inclusive a madeira para os navios. Assim, a linha de suprimentos para a base estabelecida em arthurun foi ficando comprometida. Isso facilitou a vida dos arthurianos que ocasionou a rendição dos mansures em Valholl.

Independência e ruralização.

Após a guerra, entretanto, os impostos não foram baixados, já que as finanças do estado não estavam boas. Isso foi aumentando a insatisfação popular. Logo um grupo rebelde se formou em várias cidades. Entretanto, não houve grande adesão a ele, por isso não conseguiam grandes avanços. A luta, entretanto, pelo fato de ser feita nas cidades, causava muita destruição. Isso fez muitas pessoas migrarem para o campo, onde encontravam paz e podiam produzir o próprio alimento. A independência veio depois, com o esfacelamento do império. O grupo rebelde logo quiz assumir o poder, mas ele próprio só se unia pela causa. Cada líder local queria assumir a liderança geral e não foi possível uma centralização política. Vários pequenos reinos separados se declararam independentes.

Vários anos de divergências internas se passaram. Raros os anos em que nenhum dos reinos se envolvia em alguma rixa. Por diversas vezes alguns reinos se envolviam em longas batalhas tentando conquistar uns aos outros. Isso facilitou a conquista da região pelo Império Namaster. Como o próprio império já tinha uma economia desenvolvida, a única contribuição de Aligna para este era em dinheiro para manter as forças armadas. Entretanto, após a compra de Fleriont, a região portuária de Aligna começou a perder importância e a economia começou a entrar em decadência. Especialmente após a derrota do Império de Bokaros, já que durante a guerra a região era base de operações.

Renacimento e Idade Moderna

Durante a época da renascensa a região tomou novo impulso por ser local de reabastecimento para os navios que dobravam o "Cabo de Dumas". Notadamente a cidade que dava o nome ao cabo. A navegação de cabotagem também ganhou impulso com o aumento da população em toda a região, o que exigia maiores trocas de mercadorias entre as partes do Império.

A educação também ganhou impulso. A navegação tornou-se uma área de grande importância com a criação da Escola de Navegação de Dumas. A região começou a ser importante centro de produção de navios. A região fria, com alguns pinheiros com madeira de qualidade facilitou a produção de navios mercantes e navios de guerra que abasteciam o império.

A evolução de outros países nessa área reduz a importância de Aligna na indústria naval. Também foi durante essa época, por volta de 1.450, que a população começou a pedir por independência. Três anos seguidos de invernos longos e primaveras com poucas chuvas levaram a uma queda drástica na produção alimentícia. Aligna começou a ter que importar alimentos de outras partes do império. Mas nem todos podiam pagar por isso. Houve migração em massa pra as cidades.

A insatisfação aumentou e com a urbanização, houve a possibilidade de maior organização das milícias separatistas. Um fator importante para evitarem o confronto era a perceptível superioridade numérica dos namasteres. Como as armas de fogo estava difundidas a essa altura, seria inviável tentar se estabelecer atrás de um muro. Entretanto, por volta de 1610, alguns estudates que se formaram em Kostromotov trouxeram duas tecnologias interessanes. Uma era uma forma de construir muralhas e fortes mais resistentes às balas de canhão. A outra era a fórmula de um líquido que era altamente inflamável, o "Fogo de Azimov".

Aproveitando-se da revolta naval, os alignos lançam sua independência em 1634. Com a ajuda das duas tecnologias acima citadas, os rebeldes construiram fortes próximos às cidades mais importantes, se armaram e saquearam as caravanas que levavam o dinheiro a Fleriont. Logo em seguida declararam independência, proclamandoa União dos Reinos Alignos.O Império Namaster, entretanto, não deixou barato. Formou uma força expedicionária e atacou as pequenas vilas próximas à fronteira da então proclamada União. A marinha Namaster bloqueou os principais portos da União. Em terra o exército namaster conseguia vitórias nas menores cidades mas evitava os fortes próximos às maiores cidades, que estavam armados com artilharia e muralhas bem mais resistentes. Em terra também era difícil comerciar. Foi a "Suspensão das rotas navais de comércio de 1634".

Com a ajuda de piratas e navegadores simpáticos, os alignos conseguem romper o bloqueio em Dumas. É formada a Marinha Aligna, com navios fornecidos pelos diversos reinos. Com a ajuda de artilharia comprada aos kostromotoves e o "Fogo de Azimov", os alignos conseguiram importantes vitórias. O próprio Fogo de Azimov foi usado também nas batalhas navais, incendiando as velas dos navios namasteres. Dessa forma eles conseguiram cortar a comunicação marítima de Fleriont com a parte oriental do império, a pesar de uma marinha menor.

A essa altura, o desgaste já era grande em ambos os lados e, finalmente, em 1742, os namasteres concederam a independência aos alignos. Era estabelecida oficialmente a União dos Reinos Alignos, com a capital em Dumas. Com a paz e as fronteiras delimitadas, começou a reconstrução do país. Com poucas reservas conhecidas de carvão mineral, o país não entrou logo na revolução industrial que acontecia nos principais países de Daelos.

A independência de Dargo em 1797, este que, com importantes reservas de carvão mineral e minério de ferro, começa a se industrializar, faz com que os darguêses questionassem as fronteiras delimitadas pelos namasteres. Inicia-se uma guerra entre ambos os estados. Os darguêses têm armas melhores e artilharia mais pesada, mas o "Fogo de Azimov" ainda é uma vantagem inquestionável, matando ou incapacitando diversos soldados darguêses. As marinhas são equivalentes, e no mar não há vantagem em nenhum dos lados.

No ano de 1812, um grande líder, Juí, consegue grandes vitórias para os alignos, que forçam os exércitos daeguêses para dentro do próprio território. É assinado o armistício por Dargos, que cede a Aligna o reino de Daguestão, que é o extremo sul de Aligna, até hoje. A região é rica em minérios de carvão e ferro. o que finalmente impulsionou o estado para a industrialização, apesar que bem depois de Namaster e do próprio Dargo.

Industrialização

Com o reino de Daguestão o estado aligno passou a ter matéria-prima para sua própria industrialização. Por outro lado, a industrialização trouxe os "couraçados", navios, inicialmente ainda de madeira, mas com proteção de ferro e a propulsão a vapor, o que tornou praticamente inútil o "Fogo de Azimov" nas batalhas navais.

A nova prioridade do governo passou ser de melhorar a vida da população, especialmente fornecer casas feitas para o frio e fornecer aquecimento a todos, já que os invernos são rigorosos na região. A vida da população começou a melhorar bastante. Indústrias de bens de consumo se espalharam e o país é forte nessa área.

O país tem uma forte indústria metalúrgica e de bens de consumo, sendo estes últimos a principal fonte de exportações. Entretanto, importa alimentos bens de capital. Há uma forte integração com os dois vizinhos, a pesar das guerras após a independência, tendo diversos setores dependentes dos vizinhos. A educação é bastante desenvolvida, as cidades são organizadas e a saúde é também setor bastante desenvolvido, especialmente pelas boas relações do país com os akamarianos.

Parceiros comerciais de Aligna:


Namaster:

Exporta: Bens de consumo
Importa: Bens de capital

Dargo:

Exporta: Bens de consumo
Importa: Alimentícios e madeira

Akamarianos:

Exporta: ferro-gusa, aço.
Importa: Medicamentos e equipamentos hospitalares.

Rio Miran

O Rio Miran é o maior rio de harkadya.

O Rio nasce no planalto entre Bascia e Aleira desce em direção à planicie de Daelos pelos vales de Bascia e passa em Hexafot, continua seu caminho pela grande planície de Daelos, corta Saltzburg e Alemani, cruza Tver aonde se divide em dois rios um segue para o Mar de Norba o outro continua em seu caminho, passa por Kirov e Bratsky. O rio passa por Vodkah cortando Whisky aonde existe um importante porto fluvial, em Svein passa pelo Canyon de Badoha e depois pela propria cidade, passa por Norlanty e segue à beira mar até chegar à cidade de Arredenti aonde localiza-se o mais importante porto fluvial-marítimo do mundo.

O rio tem grande importância na navegação e sua bacia fornece água à muitos paises de Daelos. Em alguns lugares ainda é possível achar Dragões em suas margens. Principalmente no Canyon Badoha.

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